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agosto 26, 2005

San Felices de Los Gallegos, Bodas Reales, La Fiesta de la Historia, 27 e 28 de Agosto

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San Felices de Los Gallegos é uma pequena vila da raia, próxima de Ciudad Rodrigo, geminada com Trancoso. Em comum têm o facto de, para lá do seu fantástico património arquitectónico, por uma e outra ter passado em 1288 a infanta Isabel de Aragão, a caminho da consumação do seu casamento com o rei D. Dinis, rei que conquistou San Felices de Los Gallegos, mandando edificar o seu castelo que voltou à posse de Castela em 1327.
Nesta localidade, decorrerá em 27 e 28 de Agosto uma recriação histórica evocativa destes factos, que inclui uma feira medieval, e tem a particularidade de ser produzida pela Companhia de Teatro Vivarte, sendo a primeira vez que uma recriação histórica em terras de Castela é produzida por portugueses.

El Norte de Castilla:

SALAMANCA

¿Vivan los novios!

San Felices de los Gallegos recuerda durante el fin de semana la boda entre el rey Dinís de Portugal e Isabel de Aragón, que se celebró en la localidad en el siglo XIII
Texto de/Germán Rubia. Fotografía de Mondrian.

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¿Vivan los novios!
Uno de los desfiles que recrearon la boda de los reyes Dinís de Portugal e Isabel de Aragón en San Felices.



UNA boda real actual nada tiene que ver con lo que se hacía en el medievo cuando un rey y una reina se desposaban. Si los pertenecientes a las casas reales actuales tuviesen que aguantar tantos actos como soportaron, por ejemplo, el rey Dinís de Portugal e Isabel de Aragón, más de uno se lo pensaría dos veces.

En la localidad salmantina de San Felices de los Gallegos han sabido echar la vista atrás en el tiempo y han organizado, conjuntamente con la localidad portuguesa de Trancoso, unas jornadas que rememoran las bodas de esos reyes que decidieron darse el 'sí, quiero' en el siglo XIII.

Esta curiosa iniciativa nació tras el hermanamiento de ambas localidades, como explicaba la alcaldesa de San Felices, María Soledad Tapia, quien considera que este tipo de uniones son «necesarias en la actual UE; es lo que se pide desde Bruselas, la unión de estados», señala.

La historia

El hecho de que estas dos localidades sean las que alberguen el evento no responde a un capricho del azar, sino que la historia es quien propicia que la boda entre Dinís e Isabel de Aragón tenga que ser recordada siglos después en Trancoso y San Felices de los Gallegos.

Esa historia cuenta que el rey Dinís decidió casarse con Isabel de Aragón el 26 de junio de 1282 en Trancoso. Sin embargo, como mandaba la tradición, Isabel de Aragón no podía dormir la noche antes de la boda en el mismo lugar que el que se convertiría en su esposo, por lo que pasó las noches anteriores a la celebración en San Felices de los Gallegos, en un castillo que el propio Dinís había hecho construir tiempo atrás. Pero no solo dormir fue lo que se hizo en la localidad salmantina, porque por aquel entonces los enlaces matrimoniales contaban con toda una serie de prolegómenos previos al momento decisivo. De ahí que los habitantes de San Felices asistieran a la entrega de la dote y a la comitiva de recepción a la novia, mientras que los vecinos de Trancoso, en Portugal, recibieron a la pareja para celebrar el acto de la boda.

Y con estos antecedentes históricos, pero más de ochocientos años después, San Felices de los Gallegos se metió este fin de semana en la máquina del tiempo para convertirse por dos días en una villa medieval, donde los habitantes, visitantes, mercaderes y artesanos se involucraron por unas horas en el papel que les correspondía de ciudadanos de otra época, dejando de lado la modernidad del 2005.

La representación de la boda entre los monarcas fue, sin duda, el objetivo sobre el que mayor número de miradas recayeron. Junto a esto, los visitantes que acudieron al municipio salmantino pudieron disfrutar de los puestos de mercaderes y artesanos de la zona que ofrecían productos típicos de la tierra, sobre todo en el terreno gastronómico. Tampoco faltaron los artesanos de la cerámica o del mimbre, que ofrecieron a los visitantes la posibilidad de llevarse un recuerdo del pasado.

Desfiles reales

Las bodas reales dieron comienzo con el desfile del rey Dinís de Portugal, acompañado de su Corte para recibir a la reina Isabel de Aragón. Otro segundo desfile representó el cortejo matrimonial tras haberse desposado. Tras ambos, y como en todo casamiento, se celebró una cena que vio como el número de comensales se desbordaba ya que, aunque en principio estaba prevista para doscientas personas, «se tuvo que ampliar hasta las trescientas» dado el interés de la gente, «y aun así hemos dejado a gente fuera», aseguró la alcaldesa de San Felices, María Soledad Tapias.

Además desde la organización de esta feria de la historia se programaron muchas actividades complementarias, como torneos, aunque siempre manteniendo el espíritu medieval y las formas del siglo XIII. Los niños, además, también fueron protagonistas durante estos días, ya que disfrutaron de su particular feria medieval con representaciones de animación especialmente diseñadas para ellos.

La feria de la historia tuvo su presentación en la localidad de Trancoso, en el país vecino, en junio, donde se acordó que se realizara esta representación en la localidad española de San Felices de los Gallegos.

Publicado por Vivarte às 07:42 PM

Photógrafos: Dias Medievais de Castro Marim

António Bagorro captou primorosamente o ambiente nocturno de Castro Marim, e uma actuação de malabaristas de fogo, o ano passado.
Ana Neves em 2003 captou um trabalho da artesã Ana Maria Canelas
, uma actuação do Gil Teatro e o Basílio, que é só um dos actores portugueses mais fotografados, o que há é pouca gente a dar por isso...
Agostinho Gomes
, em 2002, fixou-se num tosquiador.

Publicado por Vivarte às 07:03 PM

agosto 22, 2005

Dias Medievais de Castro Marim

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"Não existe um universo imaginário que se preste mais à deambulação e ao sonho do que o medieval. A matéria de que é feita a memória desses tempos é indefinida e nela se confundem acontecimentos e lendas, imagens e sonhos de origem obscura, o natural e o sobrenatural, o visível e o invisível.
E se o tempo é a Idade Média, lugar mitológico e de “espantosas disformidades”, o espaço é o Castelo de Castro Marim. Castro Marim e os Dias Medievais no Castelo são o cenário ideal para quem quer sonhar. Longe do stress do quotidiano contemporâneo e perto do imaginário do homem medieval, a VIIIª edição daquele que já é considerado o maior acontecimento cultural a Sul do Tejo promete 4 dias e 4 noites plenas de mistério e magia. O cenário é o Castelo da Vila, outrora palco de terríveis lutas e cujas paredes guardam o eco de batalhas sangrentas.
Ele será o palco privilegiado e adequado de muitas emoções e aventuras nesta viagem pelo passado à descoberta da Idade Média, uma das épocas mais fascinantes da história.Entre os dias 25 e 28 de Agosto, a vida quotidiana do homem da Idade Média vai ser recriada com todo o rigor, num programa variado de que fazem parte o desfile das classes sociais de então e a animação de rua com cavaleiros, contorcionistas e falcoaria, músicos, bobos, trovadores, malabaristas e almocreves, torneios e jogos medievais, a feira e o mercado, a exposição de instrumentos de tortura e punição, requintados banquetes com receitas de então, música da época e muito mais. Circulará uma moeda própria, os reais, que os visitantes poderão adquirir junto dos cambistas e com a qual poderão fazer as suas compras e adquirir recordações do evento.
Uma visita aos Dias Medievais no Castelo de Castro Marim é uma aula de história ao vivo, pelo tempo da cavalaria e dos castelos, pela mentalidade do homem medieval e das suas crenças e temores e pelas suas produções materiais e gastronómicas."

Publicado por Vivarte às 03:12 PM

agosto 19, 2005

Viaggio nel Medioevo, Finale Ligure, Itália

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Dal 18 al 21 agosto il CENTRO STORICO DEL FINALE in collaborazione con gli attori della Compagnia internazionale VIV'ARTE, daranno vita al "VIAGGIO NEL MEDIOEVO", manifestazione realizzata con il contributo della Provincia di Savona su delega della Regione Liguria, dal Comune di Finale Ligure e dalla Comunità Montana Pollupice.

É longe? pode espreitar aqui...

Publicado por Vivarte às 11:02 AM

agosto 11, 2005

Belmonte, II Feira Medieval do Artesão

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SEGUNDA EDIÇÃO DA FEIRA MEDIEVAL E DO ARTESÃO
Época medieval assaltou Belmonte
Entre produtos regionais e artesanato, os visitantes do certame puderam assistir, ao longo do passado fim-de-semana prolongado, a muita animação pelas ruas da vila

Entre produtos regionais e artesanato, os visitantes do certame puderam assistir, ao longo do passado fim-de-semana prolongado, a muita animação pelas ruas da vila

As ruas de Belmonte, a vila do distrito que ostenta o título de aldeia histórica, estão repletas de gente, desde o largo do castelo, lá no alto, até ao do pelourinho, por onde se estendem as barraquinhas com artesanato e produtos regionais e onde o grupo de animação Viv’Arte parece ter improvisado um enorme palco. Por entre as bancas com queijo da serra, enchidos, produtos como linho ou cerâmica, salgados e doces, ouve-se o som de uma gaita-de-foles e de tambores e surgem, aqui e ali, personagens da época medieval que parecem ter sobrevivido ao longo dos anos... Um bobo que faz traquinices e arranca gargalhadas aos visitantes, um homem de negro que passeia a sua águia, cavaleiros junto ao castelo, belas donzelas perdidas...

Atrás das bancas, os artesãos, que são cerca de quatro dezenas, estão todos vestidos a rigor, de vestimentas compridas, brancas, bejes ou castanhas, também alusivas à época medieval. Há bijuteria, feita à mão, fruta variada, artigos em cerâmica e barro, entre muitos outros produtos, que constituem uma autêntica mostra do que se vai fazendo pelo concelho belmontense. São centenas os visitantes nesta segunda edição da Feira Medieval do Artesão, organizada pela empresa municipal de turismo em parceria com a Câmara Municipal, onde se pretende, segundo o presidente da empresa, Germano Fernandes, "três dias dedicados ao passado e a actividades artesanais". E o passado promete estar bem presente, em vários pormenores, desde os copos em barro que os visitantes usam para consumir bebidas, pendurados ao pescoço, através de um cordel que liga os lados do recipiente, à música das gaitas-de-foles e tambores, aos utensílios utilizados para petiscar na Taverna d’El Rey, um espaço com mesas e bancos onde se pode apreciar o melhor da gastronomia regional, até às dezenas de figurantes, do Viv’Arte, que garantem animação permanente.

Duas das grandes novidades da feira estão em estender-se por mais um dia, aproveitando o feriado, e na disposição das bancas. O ano passado concentraram-se todas no largo do castelo, mas desta vez a organização optou por aproveitar o espaço até ao pelourinho. Outra está nos espectáculos de animação. Na edição anterior houve um auto de fé e um assalto ao castelo, que estão de volta este ano, mas com versões diferentes e nesta há mais um, o torneio medieval.

"Isto é uma autêntica lição de história para os mais pequenos e muito interessante para os mais crescidos", afirma uma das visitantes do certame, Carla Fonseca, da Guarda, que trouxe este sábado à noite os seus dois rapazes, de sete e dez anos, até Belmonte. "Já vai começar. Vamos ver os cavalos", afirma o mais velho, ao puxar a mãe em direcção ao castelo. É que está prestes a iniciar-se o primeiro espectáculo de animação da feira: o torneio medieval, que vai envolver dois cavalos e vários supostos cavaleiros num confronto de armas.

Público agradado com a estreia do torneio medieval

No largo do castelo, perto da igreja de S. Tiago, o grupo Viv’Arte improvisou uma liça, espaço onde na época medieval aconteciam os torneios, que delimitou através de cordas e de escudos. É aqui que vai ter lugar o espectáculo, que, explica Olivier, do Viv’Arte consiste num "torneio entre dois grupos, ou, como se dizia na altura, entre duas casas". Olivier prepara o cavalo que vai montar, enquanto que, nas quatro tendas ali montadas, também de aspecto medieval, há um enorme corropio, um vai e vem de figurantes que se preparam para o espectáculo. Junto das tendas, há dois mochos e duas águias, que vão atraindo as atenções.

E eis que, um a um, entram em cena os vários cavaleiros que se vão defrontar. Uns são designados de amarelos e os outros de negro, vestidos com as cores que os identificam. Vão largando berros de provocação, empunhando espadas, de vários tamanhos. Uns fanfarrões, outros aparentemente muito maus, alguns convencidos e outros visivelmente fracos... E vão lutando, em confrontos de um para um. Parece valer tudo: espadas grandes, pequenas, lanças, ratos verdadeiros para assustar o adversário e até mesmo atirar areia aos olhos... Há espadas que chegam a voar e cavaleiros com quedas no mínimo espectaculares. Lá no meio, aparece constantemente o bobo para atrapalhar. Esta é a personagem que mais gargalhadas provoca entre o público, pelo menos entre os mais pequenos. "Olha o palhaço", vai repetindo uma criança da assistência, a cada nova entrada do bobo. "Palhaço és tu", responde-lhe a certa altura o próprio bobo, enquanto um dos cavaleiros, de espada em punho, o expulsa da liça entre pontapés... Voltam a estalar risos entre a assistência.

No final de cada confronto, o grupo vitorioso festeja, entre berros estridentes, enquanto o que perde insiste em arrancar "uuuhhhs" da assistência. A dada altura, entram os cavalos. Olivier doma o seu com com perícia. Dá voltas e voltas à liça, faz o cavalo deitar-se completamente a uma ordem sua e depois faz com que levante as patas dianteiras. O público gosta e aplaude. Vai ter um adversário, pertencente ao grupo dos amarelos. Os outros figurantes saem de cena. Parece que é este confronto que vai resolver tudo.

Primeiro com lanças compridas e depois com espadas, os cavaleiros tentam derrubar-se um ao outro. O de preto, num gesto rápido, consegue fazer cair do cavalo o cavaleiro amarelo, que, mesmo no chão, não desiste. Ergue a espada, dirige-se para o adversário e atinge, supostamente, o cavalo, que, a uma ordem de Olivier, se aninha no chão.

Representam de tal maneira, que arrancam "ahs" de espanto às centenas de pessoas que ali se concentram para assistirem ao espectáculo de animação.

Já os dois sem cavalo, defrontam-se com espadas. A força com que batem as armas é tanta que as espadas fazem mesmo faísca. "Até faz faísca, mãe", observa um miúdo, sempre atento e muito admirado. "Antigamente, os homens faziam torneios para defenderem a sua honra, as suas famílias, as terras, as mulheres...", explica-lhe a mãe. Acaba por ganhar o cavaleiro do grupo dos amarelos...

Sandra Invêncio
Gazeta do Interior

Publicado por Vivarte às 04:42 PM

Feira Medieval de Silves

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Recriação histórica dos hábitos e costumes da população de Silves à época da reconquista da cidade aos mouros, cujo 816º aniversário se assinala a 3 de Setembro.

Dia 12 de Agosto

18h00 - Abertura da Feira, leitura do Edital e fiscalização do Meirinho
18h30 - Cortejo da Nobreza e inicio da leitura do Foral
19h00 - Torneio de armas
21h00 - Jantar do povo nas tabernas da Feira
22h00 - Contadores de estórias e outros mouros encantam os trauseuntes
23h00 - Bailias e folguedos pelos terreiros e praças da Feira

Dia 13 de Agosto

18h00 - Abertura da Feira, leitura do Edital e fiscalização do Meirinho
18h30 - Castigo de alguns malfeitores no terreiro da Igreja
19h00 - Torneio de armas
21h00 - Jantar do povo nas tabernas da Feira
22h00 - Arrumos de saltimbancos e Histriões
23h00 - Bailias e folguedos pelos terreiros e praças da Feira

Dia 14 de Agosto

18h00 - Abertura da Feira, leitura do Edital e fiscalização do Meirinho
19h00 - Torneio de armas
21h00 - Jantar do povo nas tabernas da Feira
22h00 - Jogos populares de índole mourisca
23h00 - Bailias e folguedos pelos terreiros e praças da Feira

Dia 15 de Agosto

18h00 - Abertura da Feira, leitura do Edital e fiscalização do Meirinho
19h00 - Torneio de armas
21h00 - Jantar do povo nas tabernas da Feira
22h00 - Juízo de alguns heréticos e criminosos
23h00 - Bailias e folguedos pelos terreiros e praças da Feira

Durante toda a feira e ao longo dos quatro dias a animação será constante cruzando se os visitantes com cavaleiros, falcoeiros, arqueiros, mercadores mouros, vendedores de escravos, encantadores de serpentes, mendigos, bufões e burlões, saltimbancos e malabaristas, almocreves, levas de condenados, foragidos à justiça e todas as outras personagens que vos conduzirão numa viagem ao passado.

Publicado por Vivarte às 04:05 PM