março 30, 2007
Camião das 7 Maravilhas estaciona em Conímbriga
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Camião das 7 Maravilhas estaciona em Conímbriga
Margarida Alvarinhas |
Publicado por Vivarte às 12:57 AM | TrackBack
novembro 13, 2006
4ª FEIRA DO PORCO E DO ENCHIDO DE MERUGE (Oliveira do Hospital)
PROGRAMA DA 4ª FEIRA DO PORCO E DO ENCHIDO
No cenário granítico do Terreiro do Santo e da Lage Grande, onde o Porco e os Enchidos são reis e a animação e os espectáculos permanentes, delicie-se com a gastronomia rural e os sabores vernáculos, aprecie a simbiose entre o artesanato endógeno e o de cariz urbana, mergulhe nas tradições mais genuínas e na harmonia de um Mundo Rural Vivo e pleno de potencialidades. A Região nunca viu uma Feira assim!
Programa Cultural
Pré-Feira
Sexta-feira, 10 de Novembro 21,30 h. O GEFAC - Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra – Apresenta o seu Fabuloso Espectáculo de Música, Dança e Teatro: “A Água Dorme de Noite”. – Salão da Associação dos Amigos de Meruge
Sábado, 11 Novembro 22.00 h
Oficina de Danças Orientais por Petra Pinto e o Grupo Siroco.
23.00 h. Concerto ao Vivo com os “SONS da SUÉVIA”
24.00 h. Malabarismos e Jogos de Fogo.
PROGRAMA DA 4ª FEIRA DO PORCO E DO ENCHIDO
Domingo, 12 de Novembro
9.00 h Arruada pelos: -“Bombos do Paul - Covilhã” e “Grupo de Concertinas e Cantadores ao Desafio do Minho”; - Animação de Rua – Que se manterá por todo o dia – com os Grupos VIV’ARTE, ARTE EM CENA, Kompinchas, Saltaricos, Gandulos, Sons da Suévia e Companhia.
9.30 h - Abertura da Feira/Mostra do Porco Bísaro (Recriação do “Negócio”); - Feira da Agricultura Familiar e do Mundo Rural, do Artesanato e das Doçarias;
10.00 h Início do 2º Concurso de Doçaria Tradicional – (Salão da Associação dos Amigos de Meruge)
10.30 h Recepção às Entidades Oficiais e Convidados no Forno Comunitário - Visita e Provas nas “Barraquinhas” dos Enchidos e nas Tabernas”. - Preparação e Enchimento das Chouriças “ao Vivo” - Cortejo Real com préstito da nobreza e clero – Grupo VIV’ARTE
11.00 h - Jogos Populares: Espectacular “Corrida de Leitões” - Porcos no Espeto – Inicio da assadura. - Acender das Fogueiras para os Visitantes assarem as Fêveras “à Moda da Feira” e confeccionarem os Torresmos “à Moda de Meruge”. - Forno Comunitário – A sair em permanência: Broa, Bolas de Carne, de Bacalhau e de Sardinha. 11.30 h - Combates na Liça com Grupo VIV’ARTE e Kompichas.
12.00 h - Almoço Animado nas Tabernas da Feira. A sair: Porco no Espeto; “Arroz de Suã”; Torresmos “á Moda de Meruge”; Feijoada “à Moda de Nogueirinha”. - Chegada dos Caminheiros do Núcleo Pedestrianista do Clube de Caça e Pesca de Oliveira do Hospital
12.30 h - Almoço para Convidados e Entidades Oficiais: Salão da Associação dos A. de Meruge
14.00 h - Circo de Rua e Música com os Grupos “Gandulos”, “Sons da Suévia” e “Saltaricos”.
15.30 h - Representação Teatral da “LENDA DA MATA DA DAMOIRA” – pelo VIV’ARTE
16,30 h - Torneio de Armas pela mão da filha de D. Raimundo Ramires. - Actuação de um Rancho Folclórico do Concelho. - “Grupo de Concertinas e Cantadores ao Desafio do Minho”
17.00 - Segunda Manga da Sensacional “Corrida de Leitões”
18.30 h - Espectáculo com todos os Grupos e os Encantadores de Serpentes
19.00 h - Magusto Convívio de Encerramento da 4ª Feira do Porco e do Enchido.
Publicado por Vivarte às 05:25 PM
setembro 26, 2006
XIII Viagem Medieval de Canas de Senhorim

No domingo regressa uma Festa da História com uma História muito peculiar...
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
setembro 14, 2006
Festival Medieval Galaico-Português de Chaves
Câmara Municipal de Chaves, Notícias
Câmara promoveu Festival Medieval Galaico-Português
No passado fim-de-semana, a cidade de Chaves viajou até ao passado. A máquina do tempo...
No passado fim-de-semana, a cidade de Chaves viajou até ao passado. A máquina do tempo foi o “Festival Medieval Galaico-Português”, organizado pelo Município de Chaves.Nesta feira medieval estiveram representados o oleiro, o cesteiro, as tecedeiras, os armeiros, os cavaleiros, almocreves, mercadores, jograis, saltimbancos e foragidos à justiça. A Mostra incluiu, igualmente, um “Suk Mouro”, isto é, uma tenda de chá para provas, uma exposição de réplicas medievais e artesanato diverso, bem como de produtos locais (mel, compotas, azeite, doces, folar, pão centeio, presunto, entre outros)
Publicado por Vivarte às 09:48 PM
Alvalade Medieval
Setembro é mês do “Alvalade Medieval”
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
agosto 31, 2006
Valença Medieval: Terra de Valorosos Guerreiros
Repasto no Fosso da Fonte é um dos pontos altos
Valença revive origens medievais em Setembro
Programa
1 a 3 de Setembro
1- Valença Medieval
22h00 Repasto Medieval
Vende bilhetes: Biblioteca Municipal
União Empresarial do Vale do Minho
Posto de Turismo de Valença
Horário
13h00 às 24h00
2- Valença Medieval
22h00 Torneio de Guerreiros apeados e a cavalo
Horário
13h00 às 24h00
3- Valença Medieval
16h00 Justas de Armas
19h00 Encerramento
Local: Praça Forte de Valença
Organização: Valença Medieval - Terra de Valorosos Guerreiros
Organização: União Empresarial do Vale do Minho
Apoio: Câmara Municipal de Valença
Produção: Companhia de Teatro Vivarte
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
agosto 16, 2006
Viaggio nel Medioevo
Dal 17 al 20 agosto 2006 il CENTRO STORICO DEL FINALE in collaborazione con gli attori della Compagnia internazionale VIV'ARTE, daranno vita al "VIAGGIO NEL MEDIOEVO", manifestazione realizzata con il contributo della Provincia di Savona su delega della Regione Liguria, dal Comune di Finale Ligure e dalla Comunità Montana Pollupice.
Musici, giullari, giocolieri, mangiafuoco, falconieri, cavalieri e uomini di ventura, vi faranno vivere quattro giorni da favola: un'avventura irreale in uno dei borghi più belli d’Italia, Finalborgo, la capitale della Marchesato dei Del Carretto riportato ai fasti del '400. Commercianti ed artigiani del paese indosseranno abiti consoni all'epoca ed accetteranno il FINARINO, la moneta del Marchesato del Finale.
La collaborazione pluriennale fra il Centro Storico del Finale e la Compagnia internazionale di Teatro da strada Viv’arte, ha dato vita ad una manifestazione multilingua unica nel suo genere. Centinaia di personaggi in abiti medioevali provenienti da ogni parte d’europa si avvicendano per le vie di Finalborgo: Cornamuse Scozzesi, Cavalieri dal Portogallo, Musici Francesi e Spagnoli, odalische rapite da terre d’oltremare, Principi Arabi, pellegrini, mendici e streghe, musica celtica e andalusa; un crogiolo di lingue e culture diverse che vi faranno respirare l’aria della cultura medioevale di tutto il mediterraneo, facendovi vivere un vero viaggio del medioevo.
Accampamenti Medievali, festoni, bandiere, antichi giochi e mestieri, rifioriranno le antiche botteghe, tutto il Borgo farà un tuffo nel passato e il Marchese Giovanni, accompagnato dalla Marchesina e dalla Corte tutta, darà personalmente il benvenuto agli ospiti. Spettacoli, giochi, fuoco , magia e spade, ma non mancheranno i luoghi dove il viandante potrà rifocillarsi: nella splendida cornice dei Chiostri di Santa Caterina verrà allestita "LA LOCANDA DEI CAVALIERI" dove gli avventori potranno assaporare antiche ricette servite su piatti di pane direttamente dai Paggi del Marchese e ammirare i sensuali volteggi delle odalische giunte da terre lontane; L'OSTERIA PORTOGHESE dell’Associazione ARCO DE COVOES vi farà provare l’ottimo vino portoghese e le loro antiche pietanze.
Programma di massima
Giovedì 17 agosto 2006
Ore 19,00 apertura Locanda dei Cavalieri
Ore 20,30 Corteggio di Apertura
dalle 21.00: Spettacoli in Piazza S.Caterina (posti a sedere con tribune) curati dai Giullari del Finale Nadir e Arianna
e... musici, folli e spettacoli itineranti per tutto il Borgo.
Venerdì 18 agosto 2006
Ore 19,00 apertura Locanda dei Cavalieri
Ore 20,30 Corteggio di Apertura
dalle 21.00: Spettacoli di Artisti vari 
in Piazza S.Caterina (posti a sedere con tribune) curati dai Giullari del Finale Nadir e Arianna
Per tutto il Borgo:
Barbarian Pipe Band
Falconieri, Musici e Animazione medievale curata da
VIV’ARTE Companhia de Teatro- e
CENTRO STORICO DEL FINALE

Sabato 19 agosto 2006
Ore 19,00 apertura Locanda dei Cavalieri
Ore 20,30 Corteggio di Apertura
dalle 21.00: Spettacoli in Piazza S.Caterina
(posti a sedere con tribune) curati dai
Giullari del Finale Nadir e Arianna
nel Borgo:
Gli antichi mestieri di Oglianico
Il Palio degli Asini
Gli Sbandieratori di Alba
Barbarian Pipe Band
Spettacoli itineranti tornei medievali
e animazione a cura di
VIV’ARTE Companhia de Teatro- e
CENTRO STORICO DEL FINALE
Domenica 20 agosto 2006
Ore 19,00 apertura Locanda dei Cavalieri
Ore 20,30 Corteggio di Apertura
dalle 21.00: Spettacoli di Artisti vari 
in Piazza S.Caterina
(posti a sedere con tribune) curati dai
Giullari del Finale Nadir e Arianna
nel Borgo:
Il Palio degli Asini
Ore 23.00 “LA BATTAGLIA FINALEâ€
curata da:
VIV’ARTE Companhia de Teatro- e
CENTRO STORICO DEL FINALE

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Con la partecipazione di:
VIV’ARTE – Oliveira di Bairro – Portugal
Companhia de teatro
CENTRO STORICO DEL FINALE
Associazione Culturale
SONS DE SUEVIA - Braga
Musica celtica e medieval
ARCO DE COVOES - Portugal
Hostarìa medieval
ART'ENCENA - Santa Maria da Feira
Giocolieri e teatro medievale
STRELLA DO DIA - Portugal
Musica Medieval
ANYMA MUNDY - Portugal
Giocolieri, trasformisti
OS CAVALEIROS DO TEMPO - Portugal/France
Torneo Medieval
KOMPIXAS - Porto
Teatro de strada
FALCOARIA - Falconieri di Vale Formoso
Cetraria
SALTARICOS - Lisboa
Giocolieri
HOCINE BADDAR - Alger
Principe Arabo
MALCOM McMILLAN - Scotland
Sword nd bagpipe
BASILIUS de COIMBRA - Portugal
Mendico, profeta
I GIULLARI DEL FINALE
Nadir e Arianna - Giullari, giocolieri...
GIROVAGO E RONDELLA
Spettacoli Medievali - Grecia/Italia
OSVALDO CARRETTA
Spettacoli Medievali - Pesaro Urbino
I CIPPI GUITTI
Giullarate per bambini - Crema
BARBARIAN PIPE BAND
M usici itineranti - Biella
SBANDIERATORI CITTA' DI ALBA
Giochi di bandiera/ Palio degli asini
LE GENTI DEI RICETTI di Oglianico
Giochi e antichi mestieri
LABORATORIO VIV'ARTE ITALIA
Spettacoli medievali - (C.S.d.F.)
ARCIERI DELLA TORRE DEI DIAMNTI
Esibizioni di arco - (C.S.d.F.)
LA COMPAGNIA DEL FINALE
Combattimenti e animazione - (C.S.d.F.)
I POPOLANI DEL BORGO
Giochi e vita medievale - (C.S.d.F.)
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Con la collaborazione di:
I NOSTRI VEGI DU BURGU
Finale Ligure
A.I.B. PROTEZIONE CIVILE
Finale Ligure
LA CONFRATERNITA SEGRETA DEI GENOVESI
COMMERCIANTI e ARTIGIANI del Borgo
TUTTI I VOLONTARI DEL CENTRO STORICO DEL FINALE
…E LA GENTE DEL BORGO
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
agosto 10, 2006
Viagem Medieval em Terra de Santa Maria
Pela primeira vez a organização da Viagem Medieval publica a listagem dos grupos participantes.
Registe-se, os profissionais do ramo agradecem:
- Arte Factum
- Projectos Habitar e Riscos & Traços
- Concentus Allavarium
- MD5
- Taller de Musica Antigua
- Grupo de Danças Antigas Josefa d’ Óbidos
- Mediaevus Chorus
- Radar 360
- Jabardeus
- Espada Lusitana
– Fratres Armorum
- Strella do Dia
- Legend
- In Taberna
- Viv’ Arte
- Mountain Kids
- Aguillas de Valporquero
- Anymamundy
- Snowboard Club Mozelos
- Kopinxas
- Casas da Juventude
- Trovadora
- CiRAC
- Tosta Mista
- Teatramos
- Mendigos
- Ass. Cult. Rec. Desp. Escapães
- Teatro e Marionetas de Mandrágora
- Feirense Mediaevus
- Art’ Encena
- CCR Orfeão da Feira
- Animatus
- Juventude de Sanguedo
- Bombos de Santa Maria
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
julho 27, 2006
Viagem Medieval em Terra da Santa Maria
É a Festa da História com mais impacto mediático, mais visitantes e maior espectularidade. Realiza-se pela 10ª vez, de 28 de Julho a 6 de Agosto. Presentes desde a primeira edição, ali vamos estar, no Acampamento Militar (Arraial). E nas ruas, animando e representando para todos.Publicado por Vivarte às 08:56 AM
julho 11, 2006
V Mercado Medieval de Óbidos

No Domingo, no final do Festival Romano de Alter do Chão, despedia-se de nós um amigo da Espada Lusitana: então até quinta-feira, daqui a mil e duzentos anos...
Pelo quinto ano consecutivo estaremos em Óbidos produzindo e representando a Festa da História que em menos tempo alcançou maior sucesso. Onde tentamos a pequena alquimia de misturar o rigor da Feira Medieval de Coimbra, a espectacularidade da Viagem Medieval de Santa Maria da Feira, o encantamento dos Dias Medievais de Castro Marim, um pouco de tudo o que aprendemos na estrada, em pequenas e grandes produções. É tempo de reencontrarmos amigos, de pequenos instantes e grandes espectáculos. Teatro para cinco mil espectadores, recriação histórica para as grandes massas, encenação de aventuras mas também de agruras. Tal e qual como a História.
Uma aposta da Câmara Municipal de Óbidos que foi desde o início para nós o grande desafio, superado umas vezes com dificuldades, outras com felicidades, sempre com trabalho e paixão, pelo Teatro e pela História.
Para uma Companhia de Teatro todos os espectáculos e todos os públicos são iguais. Mas neste caso temos de confessar que uns são mais iguais do que outros...
Este ano com uma grande novidade: a organização presenteou-nos com uma cenografia à altura da magnificência da vila das Rainhas. Obrigado Obidos Patrimonium, obrigado Jorge. Tentaremos ser dignos dela.
PROGRAMA
13 Julho | Abertura do V Mercado Medieval de Óbidos
Desfile de Abertura, visita do meirinho aos mercadores.
Mostra de Armas.
Concerto de Abertura: Strella do Dia, In Taberna.
14 Julho | Abertura do Mercado
Anúncio da chegada da Rainha
Concerto: In Taberna
15 Julho | Chegada da Rainha
Recebida às portas da Vila por um Cortejo de Boas Vindas. Mostra de Armas dedicada à Rainha.
Concerto de Boas Vindas: Els Berros de la Cort (Catalunha) e In Taberna (França)
16 Julho | Bailias em honra da Rainha
Apresentando algumas das suas aias aos fidalgos presentes.
17 Julho | Os amores na Corte
Dia do Concelho.
18 Julho | Disputa cortês pela filha de
D. Raimundo, aia da Rainha
19 Julho | O Casamento da filha de D. Raimundo
20 Julho | O Resgate da filha de D. Raimundo
21 Julho | Musica e trovadores
Concerto: Corte di Luna, Strella do Dia e Els Berros de la Cort.
22 Julho | Chega o Infante
Dia dedicado às crianças
23 Julho | Partida da Rainha
Espectáculo final de Encerramento
Outras informações em http://www.cm-obidos.pt e também num blogue criado especialmente para o evento.
Publicado por Vivarte às 09:00 AM
junho 28, 2006
A Festa do Barão de Alvito

30 de Junho de 2006
Programa
19h30 - Torneio a Cavalo
20h00 - Jantar
EMENTA
Beringelas Recheadas
Sopa do Agraço
Galinha Mourisca
Carne de Porco Agridoce com Gengibre
(Cenoura c/ Cominhos e Azeite
Castanhas Estufadas c/ Ervas Doces)
Manjar Divino
Mais Informações em http://www.alvito.pt.la
Publicado por Vivarte às 11:53 AM
junho 26, 2006
ABELTERIVM AD SEMPER IN MEMORIAM ERIT
Nos dias 7,8 e 9 de julho de 2006 vai realizar-se em Alter do Chão um Festival Romano, partindo da lenda alterense segundo a qual o imperador Adriano teria vindo a Abelterivm para apaziguar os ânimos insatisfeitos daqueles que aqui habitavam. Durante os três dias , em diversos locais do concelho, será reconstituido o quotidiano romano: um mercado, uma tenda de alimentação à semalhança da época e reproduções de utensílios e material diversos, feitos por artesãos; uma simulação de um acampamento militar - junto ás ruinas das termas da estação arqueológica de Alter do Chão, localizadas no Ferragial d"Rei; na Praça de Touros de Alter, na qual serão realizadas representações teatrais greco-romanas, espectáculos de rua de circo romano e lutas de gladiadores; animação de rua , jogos e música em toda a vila.
Presentes estarão:
Ibercalafell, arqueologia e difusão da cultura ibérica (Barcelona)
Legio I Italica (Itália)
Nova Romae (Hispania)
Espada Lusitana (Lisboa)
Strella do Dia (Lisboa)
Sons da Suévia (Braga)
VádeFolia (Trafaria)
Animamundi (Porto)
Kopinchas (Albergaria)
e a Companhia de Teatro VivArte
Publicado por Vivarte às 12:30 PM
junho 07, 2006
Feira Medieval de Penedono

Publicado por Vivarte às 01:45 AM
Trancoso: Festa da História

Festa da História
24 e 25 de Junho
A recriação histórica que se pretende implica uma viagem ao passado. O burburinho dos mercados populares, os pregões dos quinquilheiros e dos almocreves, os fingimentos dos bobos cruzando-se com as músicas dos trovadores por entre o burburinho da rija populaça debruçando-se nas bancas dos mesteirais, todo um ambiente da feira dos tempos de então, reproduzido por grupos profissionais, alunos e populares ao pormenor mais ínfimo nos trajes e maneiras de tendeiros e demais feirantes. Por entre os bosques densos, surge D. Isabel de Aragão que é esperada por El-Rei D. Dinis, e de todos os lados surgem músicos, trovadores e jograis. E porque a ”fome aperta” é necessário acalmar o estômago, encontram-se por todo o lado as “Tavernas” onde se pode apaziguar a fome e provar um bom vinho.
Publicado por Vivarte às 01:40 AM
V Feira Medieval de Belver

Aos 16 dias do mês de Junho do ano da graça de 2006, serão leiloados os melhores asnos deste termo. E porque esta arrematação atrai muitos populares, manda El-Rei que seja feito um Torneio a Cavalo e se abra Mercado franco na liça da coutada pelo tempo de três jornadas e que venham trovadores, segréis, jograis, saltimbancos, histriões e arremedadores assim como mulheres que dançam e as que cantam e todas as outras que servem com o seu corpo os apetites dos varões.
Dará El-Rei a isenção de taxas e outros cobros a todos os bufarinheiros, mesteirais, mercaderes, almocreves, tendeiros e açougueiros, assim como aos taberneiros, tanoeiros, coordoeiros, albardeiros, oleiros, alfagemes, ferradores e ferreiros que tragam os seus produtos a esta feira. E a todos os demais que queiram vir e participar serão concedidas honrarias e divertimentos sem igual por estes reinos.
PROGRAMA
Dia 15 (quinta-feira)
| 22:00h: | - | Ceia Medieval no Castelo – Animação nocturna Preço: 25€ |
Dia 16 (sexta-feira)
| 10:00h: | - | Abertura "extra medieval" para as crianças |
| 20:00h: | - | Abertura do mercado e leitura do edital |
| 20:30h: | - | Jogos populares de destreza e perícia |
| - | Bailia popular à desgarrada | |
| - | Mostra de Armas | |
| - | Bobos e Saltimbancos | |
| - | Contadores de histórias e vendedores de Sonhos | |
| - | Comeres e beberes nas tavernas do mercado | |
| 22:00h: | - | Representação teatral da lenda das Santas Relíquias de Belver |
Dia 17 (sábado)
| 19:30h: | - | Abertura do mercado e leitura do edital Visita dos fiscais e meirinhos às tendas do mercado |
| - | Pregões e episódios burlescos | |
| - | Bailia popular à desgarrada | |
| - | Venda de escravos e de relíquias | |
| - | Bobos, saltimbancos, jograis e mendigos | |
| - | Comeres e beberes nas tavernas do mercado | |
| 22:00h: | - | Espectáculo nocturno: Assalto ao Castelo |
Dia 18 (domingo)
| 19:30h: | - | Abertura do mercado e leitura do edital |
| - | Cortejo histórico pelas ruas da vila Bailias e folguedos | |
| - | Torneio de armas | |
| - | Bobos, saltimbancos, jograis e mendigos | |
| - | Contadores de histórias e vendedores de Sonhos | |
| 22:00h: | - | Espectáculo de encerramento: Juízo de malfeitorias e heresias |
Animação permanente com malabaristas, acrobatas, trovadores, dança do ventre, encantadores de cobras, comediantes, bufões, soldados, bufarinheiros, vendedores de quimeras e ilusões, cavaleiros mal afortunados, pedintes endinheirados, histriões, trampolineiros e outros que tais
Publicado por Vivarte às 01:29 AM
junho 06, 2006
IV Festa da História de Oliveira do Bairro
Dia 9 – A partir das 20h:
Os últimos preparativos nas barracas e tendas para abertura da Festa
Convívio em jeito medieval de todas as colectividades participantes na Festa da História.
Confraternização festiva com comes e bebes, bailias e folias ao som da gaita de foles.
Dia 10 – A partir das 15h:
Abertura da Feira Medieval
Arruada de Tambores e Timbalões
Jogos tradicionais de índole medieval
Encantadores de serpentes e contadores de histórias
Danças e folguedos
Comes e bebes nas tabernas da Feira
Teatro medieval
Mostra de armas com Viv’arte e Cavaleiros do Tempo
Espectáculo de malabares com fogo
Dia 11 – A partir das 10h:
Abertura da Feira Medieval
Visita do meirinho às tendas de mercaderes
Torneio de Armas com a participação de Viv’arte, Espada Lusitana, Centro Storico de Finale e Cavaleiros do Tempo
Comes e bebes nas tabernas da Feira
Exibição de falcoaria
Actuação da Compagnie de la Gran’Goule du CEP Poitiers
Cortejo Histórico com todos os participantes
Juízo de heresias e malfeitorias e seu público castigo
Espectáculo de fogo e encerramento da Feira
Elenco: Para além da Companhia de Teatro VivArte, participam nesta Festa da História: Art’Encena (Santa Maria da Feira), Anymamundy (Porto), Strella do Dia (Lisboa), Sons da Suévia (Braga), Saltaricus (Almada), Tambores (Santa Maria da Feira), Espada Lusitana (Lisboa), Cavaleiros do Tempo (Belmonte), Mendigo Basílio (Coimbra), Centro Storico de Finale Ligure (Itália), Compagnie de la Gran’ Goule (França), Encantadores de Serpentes do Al’Andalus, Jogos Medievais, Passeios de Burro de Cabalburr (Cáceres).
Publicado por Vivarte às 07:00 PM
maio 24, 2006
Feira Medieval de Arganil

Imediações da Capela de S. Pedro, Arganil
A Escola Secundária de Arganil, os Agrupamentos de Escolas de Arganil e de Côja estão associadas no projecto de realização de uma Feira Medieval no Concelho de Arganil, no próximo dia 8 de Junho de 2006, nas imediações da capela de S. Pedro.
São várias as actividades previstas para este dia: teatro, jogos tradicionais, dança, malabares, ranchos e música e a dinamizar pelos alunos e professores das várias escolas, da APPACDM e do Rancho Juvenil de Arganil. À noite realizar-se-á uma Ceia Medieval.
A Feira Medieval irá ter igualmente a presença de vários artesãos do concelho e da empresa Soares e Damião que irão fazer a venda de produtos tradicionais.
A realização da Feira Medieval tem o apoio da Câmara Municipal de Arganil e conta com a colaboração imprescindível da VIVARTE - Companhia de Teatro, na dinamização e animação das várias actividades.
Publicado por Vivarte às 08:56 PM
Braga Romana

Publicado por Vivarte às 08:38 AM
XV Feira Medieval de Coimbra

Viagem à Coimbra Medieval na Sé Velha
ÓCIO E NEGÓCIO FIÉIS AO PASSADO
Coimbra vai, no próximo Sábado, dia 10 de Junho, viajar ao passado. A máquina do tempo será, mais uma vez, a feira franca que se instalará na Sé Velha, transportando o velho pátio ao reinado de D. Fernando, decorria o último quartel do século XIV.
O ferreiro, o oleiro, o latoeiro, a tecedeira, o almocreve e outras tantas personagens da vida comercial de então encarregar-se-ão de emprestar ao encontro o seu cunho mercantil. Já os músicos, os saltimbancos, os bobos, os malabaristas, os fantoches e outros, cumprirão o papel de animar uma feira que, como outrora, aliava o ócio ao negócio. O clero, os nobres, os burgueses, o pedinte, o louco e as feiticeiras e suas mezinhas preencherão, como em tempos, o cenário de uma reunião social marcada pelas presenças de todos quantos habitavam a cidade e arredores, marginais ou não. Ao todo serão mais de 500 figuras que darão vida à feira.
Iniciador, como alguns já dizem, da «moda das feiras medievais», este encontro foi a inspiração para centenas de outros que têm lugar um pouco por todo o país. Mas para bom grado dos seus organizadores - primeiro apenas o INATEL, com o apoio da ADDAC, depois também a Câmara Municipal de Coimbra - ele mantém um rigor científico que o distingue de todos os outros.
Para tal, contribuíram os estudos científicos realizados sob a alçada das Prof. Doutoras Maria Helena da Cruz Coelho e Maria José Azevedo dos Santos, nos primeiros anos em que a feira foi reposta e os 20 Grupos de Teatro Amador e Profissional que nele participam.
PROGRAMA
DIA 9 - Sexta feira
20h00 - Recriação de uma Taberna Medieval
Local: Casino da Urca - Santa Clara
Animação: Viv’Arte
DIA 10 - Sábado
FEIRA MEDIEVAL
09h15 - Missa na Igreja da Sé Velha com Canto Gregoriano pelo Grupo Vozes Brancas da Academia Martiniana
10h00 - Bênção e leitura da Carta de Feira com toque de trombetas
10h15 às 19h00
- Permanente Animação Cultural no recinto da Sé Velha
· Viv’Arte (música, artes de circo, mostra de armas e personagens diversas)
· Grupo de Fantoches
· Jogos Medievais (Duelos de Espada, Grupo de Espada Lusitana, Artencena)
· Cetraria (demonstração de Aves de Rapina)
· Saltimbancos e Malabaristas
· Prestidigitadores e Magia Medieval
· Música Medieval - Strella do Dia e Sons da Suévia
· Acrobacias
· Malabarismo de Fogo
· Canto Gregoriano
· Ilusionismo - Personagens múltiplas
· Tenda do “Barveiro”
· Tenda do Tabelião das Notas
· Tenda do Ferrador
· Tenda de Artefactos de Lã
· Tenda das Velas
· Tenda das Tintureiras
· Tenda do Ourives
· Tenda das Vassouras
· O Bôbo
· O Mendigo “Basílius” (Mendigo e Profeta)
· As Feiticeiras
· Venda de Mezinhas
· Tenda das Grinaldas
16h00 - Salão Paroquial da Sé Velha
Conferência: “O Combate à Fraude na Idade Média: o caso das cartas partidas por a,b,c”, proferida pela Prof. Doutora Maria José Azevedo Santos, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
C.P. - Comboios de Portugal
Oferece o regresso a casa, nos comboios regionais, inter-regionais e urbanos de Coimbra.
Para o efeito, apresente o seu bilhete de comboio no Secretariado da Feira Medieval, onde lhe será aposto o carimbo do INATEL. Este acordo com a C.P. só é válido para o dia da Feira, 10 de Junho de 2006.
Publicado por Vivarte às 08:34 AM
maio 13, 2006
VI Feira Medieval de Penela
26 Maio21h00 - Conferência “As regiões”
pelo Prof. Doutor Manuel Augusto Rodrigues
Local: Auditório Municipal
21h30 - Jantar Árabe com animação da época
Local: Castelo de Penela
27 Maio
21h30 - Ceia Medieval com animação da época
Local: Castelo de Penela
28 Maio
VIII Feira Medieval com animação da época
Local: Castelo de Penela
Publicado por Vivarte às 09:31 PM
Seixal: Feira Medieval e Festa da História

Feira Medieval e Mostra Gastronómica de 19 a 21 de Maio
Entre 19 e 21 de Maio, a Quinta da Fidalga no Seixal, recebe uma Feira Medieval e uma Mostra Gastronómica, onde vai ser possível, por exemplo, passear de charrete, assistir a espectáculos de rua, peças de teatro e danças da época, ou saborear os almoços e jantares medievais. A iniciativa chama-se Feira Medieval – Festa da História, e vai proporcionar aos visitantes uma viagem ao passado.
Na Feira estará representado o bulício dos mercados populares, os pregoes dos bufarinheiros e dos almocreves, os arremedos dos truões, as músicas dos menestréis, e o burburinho da rija populaça debruçando-se nas bancas dos mesteirais. A Quinta terá todo o ambiente da feira e mouraria dos tempos de antanho, reproduzido ao pormenor nos trajes e maneiras de tendeiros e demais feirantes.
Durante estes três dias, haverá oportunidade de passear em charrete junto à Baía do Seixal, assistir a espectáculos de rua, a peças de teatro, ver os malabaristas e outros personagens, aprender danças da época e experimentar os almoços e jantares medievais.
As crianças das escolas terão também um programa especial, onde poderão ver e aprender como eram as Feiras e a gastronomia da época.
Publicado por Vivarte às 09:26 PM
abril 25, 2006
Feria Medieval

Publicado por Vivarte às 03:35 PM
abril 12, 2006
II Mercado Medieval de Almodôvar

A temporada das Festas da História abre em Almodôvar. Depois do sucesso do ano passado, regressamos para fazer mais e melhor. Presenças confirmadas:
Vivarte, Companhia de Teatro, In Taberna, Al Caravan, Kopinxas, Anymamundi, Cavaleiros do Tempo e os melhores artesãos e mercadores da recriação histórica portuguesa.
Segue o programa oficial...
| Sexta-Feira - 21 de Abril 15:00 horas - Abertura do mercado e leitura do edital - Jogos Populares de Destreza e Perícia - Bailia Popular à Desgarrada - Mostra d'armas - Bobos e Saltimbancos - Visita dos Fiscais e Meirinhos às Tendas do Mercado - Contadores de Histórias e Vendedores de Sonhos - Comeres e Beberes nas Tavernas do Mercado - Espectáculo Nocturno: A Lenda do Castelinho | Sábado – 22 de Abril 14:00 horas - Abertura do Mercado e Leitura do Edital - Cortejo Histórico pelas Ruas da Vila - Pregões e Episódios Burlescos - Bailia Popular à Desgarrada - Venda de Escravos e Relíquias - Bobos, Saltimbancos, Jograis e Mendigos - Comeres e Beberes nas Tavernas do Mercado - Espectáculo Nocturno: Torneio de Armas | Domingo - 23 de Abril 14:00 horas - Abertura do Mercado e Leitura do Edital - Cortejo Histórico pelas Ruas da Vila - Bailias e Folguedos - Bobos, Saltimbancos, Jograis e Mendigos - Contadores de Histórias e Vendedores de Sonhos Juízo Eclesiástico de Malfeitorias e Heresias - Espectáculo de Encerramento: Concerto pelos In Taberna e Al Caravan |
Publicado por Vivarte às 04:12 PM
fevereiro 01, 2006
Idanha-a-Nova, 800 anos

A encerrar as comemoração dos 800 anos da doação da carta de foral a Idanha-a-Nova, um ano de actividades que deixa um bom conjunto de publicações colocando Idanha-a-Nova no mapa da historiografia em várias especialidades, estivemos três dias na Beira-Baixa.
Um desfile histórico, onde os adufes e suas cantadeiras se destacaram, uma feira e a ressurreição dos traços de um castelo através de um acampamento militar, e um final, a última noite, os Galadum Galundaina em concerto, a adaptação de duas lendas locais a um espectáculo final que fizemos com os Kopinxas e o Animamundi.
Do desafio, para quê contratar uma vigésima cópia da La Fura dels Baus fora se havia cá dentro, divertimo-nos a fazê-lo a partir de duas lendas locais, versões de “O mouro que manda trabalhar ao domingo” e de “A imagem da Senhora que muda de lugar até que lhe construam uma capela onde apareceu”. Sobre este espectáculo pode ler-se no Raiano, mensário do concelho de Idanha:
“o encerramento das comemorações com chave de oiro, graças às credenciadas Companhia de Teatro Vivarte, Kopinchas e Animamundi que apresentaram um espectáculo de sonho: Teatro. Artes de Circo e Pirotecnia, baseados nas Lendas Do Monte Trigo e da Senhora do Almortão. Foi o delírio total, beneficiado com a emblemática torre sineira a servir de fundo, pelo grandioso e artístico cenário que emoldurava o adro (...), pela categoria do guarda-roupa, pela excelente interpretação dos actores, pela magia e mistério com que foi concebido todo o Teatro e, por fim, pelo espectáculo piro-musical”
Com a população, que ali esteve nesta noite como nos outros dias, vivemos três dias ao frio com um calor intenso, e a satisfação de termos produzido o final que mereciam, a apoteose de uma comemoração com a nossa cópia que não é cópia, até porque começa no imaginário local.
Assim, os três grupos, o esperamos fazer ao longo do ano.
Publicado por Vivarte às 10:25 PM
outubro 23, 2005
III Feira do Porco e do Enchido de Meruge
Vamos estar em Meruge, freguesia do concelho de Oliveira do Hospital, naquilo que não sendo uma recriação histórica é uma excelente Festa cheia de História, onde temos terminado a nossa temporada de actuações de rua, e que por isso mesmo é uma festa também nossa e dos nossos amigos. Como se pode ler neste comunicado à imprensa da Junta de Freguesia:
Pelo terceiro ano consecutivo, a Junta de Freguesia de Meruge e a Associação Desenvolvimento Social e Cultural do Vale do Cobral (ADSCVC), com o apoio da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, vão realizar a Feira do Porco e do Enchido, iniciativa pioneira na região das beiras, destinada a valorizar e divulgar a arte e excelência dos enchidos tradicionais (Chouriça de Carne, Chouriça de “Bofes”, Morcela de Sangue e Farinheira), produzidos na Freguesia de Meruge e no Concelho de Oliveira do Hospital.
Concebida como uma das componentes de um plano integrado de recuperação do “saber fazer tradicional” dos enchidos pelas velhas gerações de “porqueiros”, a Feira do Porco e do Enchido culminou o funcionamento da “Escola Oficina de Fumeiro Tradicional” e a entrada em actividade da “Empresa de Inserção Social” que lhe deu continuidade no fabrico local de genuínos e qualificados enchidos artesanais.
O êxito retumbante das duas edições anteriores, colocam agora à organização o desafio de crescer sem adulterar a matriz deste evento, também concebido para homenagear os comerciantes que ganharam para Meruge o apelido de “terra dos porqueiros”. Eles que em todas as feiras de levante da Beira Alta, Beira Baixa e Beira Litoral, vendiam simultaneamente a carne (fresca e salgada) e o “gado vivo”, trazendo prosperidade e desenvolvimento económico e social à nossa Freguesia.
Nessa medida, esta “3ª Feira do Porco e do Enchido”, para além do elevado número de produtores de enchidos tradicionais e de vendedores de carne, da Feira/Mostra do “Gado Vivo” (com a recriação do “negócio”), da Feira da Agricultura Familiar e do Mundo Rural, da Mostra Nacional de Artesanato (com trabalhos “ao vivo”), vai ter este ano como novidade o 1º Concurso de Doçaria Tradicional, nas modalidades de Bolos, Sobremesas e Compotas, que vai trazer à luz do dia velhas e saborosas receitas, que os visitantes poderão apreciar e degustar no decorrer do certame.
Ainda no campo gastronómico, as Tabernas espalhadas pelo recinto servirão Porco Assado no Espeto, Arroz de Suã, Torresmos “à Moda de Meruge” com Batata à Racha, Feijoada “à Moda de Nogueirinha”. Os visitantes poderão ainda adquirir a carne e utilizar as fogueiras para confeccionarem os seus próprios Torresmos nas caçoilas de barro, ou assarem as Fêveras “à Moda da Feira”.
No “Forno Comunitário”, marcam presença distintiva a recriação do coser do pão e dos pregões tradicionais (“Óh Freguesa, tender!”) saindo quentinhas em permanência: Broas, Bolas de Carne, de Bacalhau e de Sardinha.
Uma forte componente cultural e lúdica constitui também a “imagem de marca” desta grande iniciativa de promoção do mundo rural vivo. Assim, toda a Feira, que decorre no belíssimo espaço natural da Lage Grande e do Terreiro do Santo, está decorada com barracas, tendas e motivos medievais, sendo contagiante a animação permanente em todo o recinto de jograis, bobos, malabaristas, pedintes, alcoviteiras, pregoeiros, bombos, gaiteiros, tocadores de concertina e cantadores ao desafio. De Itália vem a animação musical dos “Barbarien Pipe Band”. O VIV’ARTE fará a “Recriação de uma Revolta Popular Camponesa no séc. XIV, mui Inspirada em Cousas do séc. XXI” e o “Juízo de Novas Malfeitorias e Velhas Heresias”.
Pela manhã haverá a famosa “Corrida de Leitões” e à tarde a não menos prometedora “Corrida de Burros”. A Feira encerrará com um Magusto Tradicional na Lage Grande.
Como se vê, razões não faltam para demandar Meruge, no próximo dia 13 de Novembro, com a garantia de um dia rico de aventuras, pleno de diversão e de sabores.
Publicado por Vivarte às 01:16 PM
outubro 17, 2005
III Festival dos Descobrimentos de Lagos - Dias 28 a 30 Outubro

Mostrar o que se fazia, o que se pensava, e como se vestiam, alimentavam e divertiam os nossos antepassados nos séculos XV e XVI, em pleno período áureo dos Descobrimentos, é o desafio a que a Câmara de Lagos, a Comissão Municipal dos Descobrimentos e a Comissão Municipal do Turismo, se lançam pelo terceiro ano consecutivo, procurando assinalar de uma forma pedagógica e diferente as comemorações do Dia do Município.

Feira Quinhentista
Espaço privilegiado de ambiente quinhentista, a Feira constitui um dos expoentes mais marcantes do Festival. Para além da animação, os visitantes poderão contar com a presença de várias tendas de artesãos e doceiras, entidades, associações e clubes e Câmaras Municipais convidadas. Será possível apreciar e adquirir livros, artesanato diverso, compotas, doçaria, instrumentos musicais, licores e medronho, entre várias outras coisas.
Locais: Ruas do Centro Histórico de Lagos (Praça Gil Eanes, Praça Infante D. Henrique, Rua Garrett, Praça Luís de Camões, Rua Portas de Portugal, etc.)
Desfiles Históricos - Participação das Escolas Município de Lagos; Associações e cidadãos de Lagos. Este ano, para além das muitas participações, tanto da comunidade escolar, movimento associativo, entidades e instituições locais e regionais, estarão presentes representações dos municípios de Baiona La Real, Palos de La Frontera e Santa Fé (Espanha) e do município do Cabo Bojador (Marrocos). Em 2004, o primeiro desfile histórico contou com mais de 1700 figurantes. Em 2005, pretendemos alcançar os 2000 figurantes.
Publicado por Vivarte às 04:39 PM
outubro 04, 2005
À Reconquista do Concelho: Feira Medieval de Canas de Senhorim
Realizou-se no último fim-de-semana mais uma feira medieval que tem a particularidade de recriar o estatuto de concelho que Canas de Senhorim já teve, e os canenses almejam. Fotos disponíveis...
Publicado por Vivarte às 05:53 PM
setembro 14, 2005
Alvalade do Sado

Festas do Foral 2005 com novidades
As festas do foral de Alvalade que se realizam entre 16 e 20 do corrente mês apresentam este ano várias novidades, nomeadamente a feira medieval que ocupará uma área maior no centro histórico permitindo novos e mais motivos de interesse. O Alvalade.Info conseguiu apurar junto da organização que a feira medieval terá este ano alguns artesãos a trabalharem ao vivo, e um sector ligado à cultura árabe através da recriação de uma mouraria na Rua Atrás dos Quintais, lugar de grande simbolismo onde se crê que foram levantadas as primeiras habitações da vila, na sequência da ocupação e colonização muçulmana da freguesia. Outra das novidades deste ano será a realização de uma ceia medieval, que terá lugar no dia 20, para comemorar os 495 anos do foral, concedido pelo Rei D. Manuel I em 20 de Setembro de 1510, e que constitui uma das principais datas históricas da freguesia alvaladense. A animação da feira e da ceia medieval estará a cargo do grupo de teatro VIVARTE, considerado um dos mais prestigiados grupos do país em matéria de recriação histórica e que estará pela primeira vez em Alvalade. Estão também prometidas várias surpresas para os muitos visitantes que Alvalade espera receber por esses dias.
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Programa:
Sexta-feira, dia 16 de Setembro
20H30 – Recepção às entidades na Praça D. Manuel I
Abertura de Exposições
21H00 – Colóquio “Centro Histórico de Alvalade. Memórias, Problemas e Potencialidades”.
Local: Casa do Povo de Alvalade
Sábado, dia 17 de Setembro
09H00 – Arruada
14H00 – Cortejo Histórico (com início na Escola do 1º Ciclo)
16H00 – Abertura da Feira Medieval
Danças, Cantigas, Mostra d’Armas
18H00 – Teatro
19H00 – Torneio d’Armas
20H00 – Comeres e Beberes nas Tabernas da Feira
22H00 – Revolta Popular
24H00 – Espectáculo de Fogo
Local: Centro Histórico de Alvalade
Domingo, dia 18 de Setembro
09H00 – Arruada
11H30 – Comeres e Beberes nas Tabernas da Feira
12H00 – Eucaristia Dominical na Igreja Matriz
14H00 – Cortejo do Meirinho
15H00 – Venda d’Escravos
17H00 – Torneio d’Armas
19H00 – Danças e Folguedos
20H00 – Comeres e Beberes nas Tabernas da Feira
22H00 – Auto de Fé
24H00 – Espectáculo de Fogo
Local: Centro Histórico de Alvalade
Segunda-Feira, dia 19 de Setembro
21H00 – Concerto na Casa do Povo
Terça-Feira, dia 20 de Setembro – Dia do Foral
21H00 – Ceia Medieval com animação
Local: Praça D. Manuel I
Organização:
Associação Cultural “Amigos de Alvalade”
Casa do Povo de Alvalade
Colaboração:
Junta de Freguesia de Alvalade
Paróquia de Alvalade
Futebol Clube Alvaladense
Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alvalade
Agrupamento de Escolas de Alvalade
Associação de Pais do Agrupamento de Escolas de Alvalade
População em geral
Apoios:
Câmara Municipal de Santiago do Cacém
Governo Civil de Setúbal
Região de Turismo da Costa Azul
Esdime
Publicado por Vivarte às 08:19 PM
setembro 09, 2005
Mercado Quinhentista no Porto

A Companhia de Teatro Vivarte, com a colaboração com a delegação do Porto do Instituto de Defesa Nacional, apresenta nos próximos dias 17 e 18 de Setembro uma recriação histórica de um Mercado Quinhentista no Forte de S. João Baptista da Foz do Douro, popularmente conhecido por Castelo da Foz, no Porto.
Entre as 14 e as 24 horas desses dias os visitantes terão oportunidade de assistir a actuações teatrais, mostras de armas, artes de circo e música, acompanhando a venda de produtos da época
Publicado por Vivarte às 04:46 PM
setembro 07, 2005
V Feira Medieval de Sabrosa
No próximo sábado, 10 de Setembro, abre pelas 14h. No Domingo continua...
Publicado por Vivarte às 04:16 PM
agosto 26, 2005
San Felices de Los Gallegos, Bodas Reales, La Fiesta de la Historia, 27 e 28 de Agosto

San Felices de Los Gallegos é uma pequena vila da raia, próxima de Ciudad Rodrigo, geminada com Trancoso. Em comum têm o facto de, para lá do seu fantástico património arquitectónico, por uma e outra ter passado em 1288 a infanta Isabel de Aragão, a caminho da consumação do seu casamento com o rei D. Dinis, rei que conquistou San Felices de Los Gallegos, mandando edificar o seu castelo que voltou à posse de Castela em 1327.
Nesta localidade, decorrerá em 27 e 28 de Agosto uma recriação histórica evocativa destes factos, que inclui uma feira medieval, e tem a particularidade de ser produzida pela Companhia de Teatro Vivarte, sendo a primeira vez que uma recriação histórica em terras de Castela é produzida por portugueses.
SALAMANCA
¿Vivan los novios!
San Felices de los Gallegos recuerda durante el fin de semana la boda entre el rey Dinís de Portugal e Isabel de Aragón, que se celebró en la localidad en el siglo XIII
Texto de/Germán Rubia. Fotografía de Mondrian.

¿Vivan los novios!
Uno de los desfiles que recrearon la boda de los reyes Dinís de Portugal e Isabel de Aragón en San Felices.
UNA boda real actual nada tiene que ver con lo que se hacía en el medievo cuando un rey y una reina se desposaban. Si los pertenecientes a las casas reales actuales tuviesen que aguantar tantos actos como soportaron, por ejemplo, el rey Dinís de Portugal e Isabel de Aragón, más de uno se lo pensaría dos veces.
En la localidad salmantina de San Felices de los Gallegos han sabido echar la vista atrás en el tiempo y han organizado, conjuntamente con la localidad portuguesa de Trancoso, unas jornadas que rememoran las bodas de esos reyes que decidieron darse el 'sí, quiero' en el siglo XIII.
Esta curiosa iniciativa nació tras el hermanamiento de ambas localidades, como explicaba la alcaldesa de San Felices, María Soledad Tapia, quien considera que este tipo de uniones son «necesarias en la actual UE; es lo que se pide desde Bruselas, la unión de estados», señala.
La historia
El hecho de que estas dos localidades sean las que alberguen el evento no responde a un capricho del azar, sino que la historia es quien propicia que la boda entre Dinís e Isabel de Aragón tenga que ser recordada siglos después en Trancoso y San Felices de los Gallegos.
Esa historia cuenta que el rey Dinís decidió casarse con Isabel de Aragón el 26 de junio de 1282 en Trancoso. Sin embargo, como mandaba la tradición, Isabel de Aragón no podía dormir la noche antes de la boda en el mismo lugar que el que se convertiría en su esposo, por lo que pasó las noches anteriores a la celebración en San Felices de los Gallegos, en un castillo que el propio Dinís había hecho construir tiempo atrás. Pero no solo dormir fue lo que se hizo en la localidad salmantina, porque por aquel entonces los enlaces matrimoniales contaban con toda una serie de prolegómenos previos al momento decisivo. De ahí que los habitantes de San Felices asistieran a la entrega de la dote y a la comitiva de recepción a la novia, mientras que los vecinos de Trancoso, en Portugal, recibieron a la pareja para celebrar el acto de la boda.
Y con estos antecedentes históricos, pero más de ochocientos años después, San Felices de los Gallegos se metió este fin de semana en la máquina del tiempo para convertirse por dos días en una villa medieval, donde los habitantes, visitantes, mercaderes y artesanos se involucraron por unas horas en el papel que les correspondía de ciudadanos de otra época, dejando de lado la modernidad del 2005.
La representación de la boda entre los monarcas fue, sin duda, el objetivo sobre el que mayor número de miradas recayeron. Junto a esto, los visitantes que acudieron al municipio salmantino pudieron disfrutar de los puestos de mercaderes y artesanos de la zona que ofrecían productos típicos de la tierra, sobre todo en el terreno gastronómico. Tampoco faltaron los artesanos de la cerámica o del mimbre, que ofrecieron a los visitantes la posibilidad de llevarse un recuerdo del pasado.
Desfiles reales
Las bodas reales dieron comienzo con el desfile del rey Dinís de Portugal, acompañado de su Corte para recibir a la reina Isabel de Aragón. Otro segundo desfile representó el cortejo matrimonial tras haberse desposado. Tras ambos, y como en todo casamiento, se celebró una cena que vio como el número de comensales se desbordaba ya que, aunque en principio estaba prevista para doscientas personas, «se tuvo que ampliar hasta las trescientas» dado el interés de la gente, «y aun así hemos dejado a gente fuera», aseguró la alcaldesa de San Felices, María Soledad Tapias.
Además desde la organización de esta feria de la historia se programaron muchas actividades complementarias, como torneos, aunque siempre manteniendo el espíritu medieval y las formas del siglo XIII. Los niños, además, también fueron protagonistas durante estos días, ya que disfrutaron de su particular feria medieval con representaciones de animación especialmente diseñadas para ellos.
La feria de la historia tuvo su presentación en la localidad de Trancoso, en el país vecino, en junio, donde se acordó que se realizara esta representación en la localidad española de San Felices de los Gallegos.
Publicado por Vivarte às 07:42 PM
agosto 22, 2005
Dias Medievais de Castro Marim

Publicado por Vivarte às 03:12 PM
agosto 19, 2005
Viaggio nel Medioevo, Finale Ligure, Itália
É longe? pode espreitar aqui...
Publicado por Vivarte às 11:02 AM
agosto 11, 2005
Belmonte, II Feira Medieval do Artesão
Entre produtos regionais e artesanato, os visitantes do certame puderam assistir, ao longo do passado fim-de-semana prolongado, a muita animação pelas ruas da vila
As ruas de Belmonte, a vila do distrito que ostenta o título de aldeia histórica, estão repletas de gente, desde o largo do castelo, lá no alto, até ao do pelourinho, por onde se estendem as barraquinhas com artesanato e produtos regionais e onde o grupo de animação Viv’Arte parece ter improvisado um enorme palco. Por entre as bancas com queijo da serra, enchidos, produtos como linho ou cerâmica, salgados e doces, ouve-se o som de uma gaita-de-foles e de tambores e surgem, aqui e ali, personagens da época medieval que parecem ter sobrevivido ao longo dos anos... Um bobo que faz traquinices e arranca gargalhadas aos visitantes, um homem de negro que passeia a sua águia, cavaleiros junto ao castelo, belas donzelas perdidas...
Atrás das bancas, os artesãos, que são cerca de quatro dezenas, estão todos vestidos a rigor, de vestimentas compridas, brancas, bejes ou castanhas, também alusivas à época medieval. Há bijuteria, feita à mão, fruta variada, artigos em cerâmica e barro, entre muitos outros produtos, que constituem uma autêntica mostra do que se vai fazendo pelo concelho belmontense. São centenas os visitantes nesta segunda edição da Feira Medieval do Artesão, organizada pela empresa municipal de turismo em parceria com a Câmara Municipal, onde se pretende, segundo o presidente da empresa, Germano Fernandes, "três dias dedicados ao passado e a actividades artesanais". E o passado promete estar bem presente, em vários pormenores, desde os copos em barro que os visitantes usam para consumir bebidas, pendurados ao pescoço, através de um cordel que liga os lados do recipiente, à música das gaitas-de-foles e tambores, aos utensílios utilizados para petiscar na Taverna d’El Rey, um espaço com mesas e bancos onde se pode apreciar o melhor da gastronomia regional, até às dezenas de figurantes, do Viv’Arte, que garantem animação permanente.
Duas das grandes novidades da feira estão em estender-se por mais um dia, aproveitando o feriado, e na disposição das bancas. O ano passado concentraram-se todas no largo do castelo, mas desta vez a organização optou por aproveitar o espaço até ao pelourinho. Outra está nos espectáculos de animação. Na edição anterior houve um auto de fé e um assalto ao castelo, que estão de volta este ano, mas com versões diferentes e nesta há mais um, o torneio medieval.
"Isto é uma autêntica lição de história para os mais pequenos e muito interessante para os mais crescidos", afirma uma das visitantes do certame, Carla Fonseca, da Guarda, que trouxe este sábado à noite os seus dois rapazes, de sete e dez anos, até Belmonte. "Já vai começar. Vamos ver os cavalos", afirma o mais velho, ao puxar a mãe em direcção ao castelo. É que está prestes a iniciar-se o primeiro espectáculo de animação da feira: o torneio medieval, que vai envolver dois cavalos e vários supostos cavaleiros num confronto de armas.
Público agradado com a estreia do torneio medieval
No largo do castelo, perto da igreja de S. Tiago, o grupo Viv’Arte improvisou uma liça, espaço onde na época medieval aconteciam os torneios, que delimitou através de cordas e de escudos. É aqui que vai ter lugar o espectáculo, que, explica Olivier, do Viv’Arte consiste num "torneio entre dois grupos, ou, como se dizia na altura, entre duas casas". Olivier prepara o cavalo que vai montar, enquanto que, nas quatro tendas ali montadas, também de aspecto medieval, há um enorme corropio, um vai e vem de figurantes que se preparam para o espectáculo. Junto das tendas, há dois mochos e duas águias, que vão atraindo as atenções.
E eis que, um a um, entram em cena os vários cavaleiros que se vão defrontar. Uns são designados de amarelos e os outros de negro, vestidos com as cores que os identificam. Vão largando berros de provocação, empunhando espadas, de vários tamanhos. Uns fanfarrões, outros aparentemente muito maus, alguns convencidos e outros visivelmente fracos... E vão lutando, em confrontos de um para um. Parece valer tudo: espadas grandes, pequenas, lanças, ratos verdadeiros para assustar o adversário e até mesmo atirar areia aos olhos... Há espadas que chegam a voar e cavaleiros com quedas no mínimo espectaculares. Lá no meio, aparece constantemente o bobo para atrapalhar. Esta é a personagem que mais gargalhadas provoca entre o público, pelo menos entre os mais pequenos. "Olha o palhaço", vai repetindo uma criança da assistência, a cada nova entrada do bobo. "Palhaço és tu", responde-lhe a certa altura o próprio bobo, enquanto um dos cavaleiros, de espada em punho, o expulsa da liça entre pontapés... Voltam a estalar risos entre a assistência.
No final de cada confronto, o grupo vitorioso festeja, entre berros estridentes, enquanto o que perde insiste em arrancar "uuuhhhs" da assistência. A dada altura, entram os cavalos. Olivier doma o seu com com perícia. Dá voltas e voltas à liça, faz o cavalo deitar-se completamente a uma ordem sua e depois faz com que levante as patas dianteiras. O público gosta e aplaude. Vai ter um adversário, pertencente ao grupo dos amarelos. Os outros figurantes saem de cena. Parece que é este confronto que vai resolver tudo.
Primeiro com lanças compridas e depois com espadas, os cavaleiros tentam derrubar-se um ao outro. O de preto, num gesto rápido, consegue fazer cair do cavalo o cavaleiro amarelo, que, mesmo no chão, não desiste. Ergue a espada, dirige-se para o adversário e atinge, supostamente, o cavalo, que, a uma ordem de Olivier, se aninha no chão.
Representam de tal maneira, que arrancam "ahs" de espanto às centenas de pessoas que ali se concentram para assistirem ao espectáculo de animação.
Já os dois sem cavalo, defrontam-se com espadas. A força com que batem as armas é tanta que as espadas fazem mesmo faísca. "Até faz faísca, mãe", observa um miúdo, sempre atento e muito admirado. "Antigamente, os homens faziam torneios para defenderem a sua honra, as suas famílias, as terras, as mulheres...", explica-lhe a mãe. Acaba por ganhar o cavaleiro do grupo dos amarelos...
Sandra Invêncio
Gazeta do Interior
Publicado por Vivarte às 04:42 PM
Feira Medieval de Silves
Dia 12 de Agosto
18h00 - Abertura da Feira, leitura do Edital e fiscalização do Meirinho
18h30 - Cortejo da Nobreza e inicio da leitura do Foral
19h00 - Torneio de armas
21h00 - Jantar do povo nas tabernas da Feira
22h00 - Contadores de estórias e outros mouros encantam os trauseuntes
23h00 - Bailias e folguedos pelos terreiros e praças da Feira
Dia 13 de Agosto
18h00 - Abertura da Feira, leitura do Edital e fiscalização do Meirinho
18h30 - Castigo de alguns malfeitores no terreiro da Igreja
19h00 - Torneio de armas
21h00 - Jantar do povo nas tabernas da Feira
22h00 - Arrumos de saltimbancos e Histriões
23h00 - Bailias e folguedos pelos terreiros e praças da Feira
Dia 14 de Agosto
18h00 - Abertura da Feira, leitura do Edital e fiscalização do Meirinho
19h00 - Torneio de armas
21h00 - Jantar do povo nas tabernas da Feira
22h00 - Jogos populares de índole mourisca
23h00 - Bailias e folguedos pelos terreiros e praças da Feira
Dia 15 de Agosto
18h00 - Abertura da Feira, leitura do Edital e fiscalização do Meirinho
19h00 - Torneio de armas
21h00 - Jantar do povo nas tabernas da Feira
22h00 - Juízo de alguns heréticos e criminosos
23h00 - Bailias e folguedos pelos terreiros e praças da Feira
Durante toda a feira e ao longo dos quatro dias a animação será constante cruzando se os visitantes com cavaleiros, falcoeiros, arqueiros, mercadores mouros, vendedores de escravos, encantadores de serpentes, mendigos, bufões e burlões, saltimbancos e malabaristas, almocreves, levas de condenados, foragidos à justiça e todas as outras personagens que vos conduzirão numa viagem ao passado.
Publicado por Vivarte às 04:05 PM
julho 26, 2005
O Recontro de Valdevez

“... Afonso Henriques mostrou em breve que não desistia de se apoderar de outros territórios na fronteira galega. Tornou a invadir Toronho nos primeiros meses de 1141 e, por isso, a provocar nova reacção de Afonso VII. Na Primavera de 1141, estava talvez em Zamora, quando foi surpreendido pelo ataque de seu primo na zona galega; dirigiu-se então para essas bandas, a esclarecer a situação. Os dois exércitos encontram-se perto de Valdevez.
Ao contrário do que seria de esperar, os Anais de D. Afonso, rei de Portugal referem-se ao acontecimento como um «bafordo», espécie de torneio, sem o carácter de batalha, que certamente se daria se houvesse um antagonismo radical e interesse inconciliáveis de parte a parte. Por sua vez, a Crónica de Afonso Imperador descreve o conflito como preliminar de um combate que não se chegou a realizar. Vários cavaleiros de Afonso VII teriam sido capturados pelos inimigos; depois disso, os próprios portugueses teriam convencido o seu chefe a fazer as pazes e a obter a benevolência do rei para se poderem voltar contra os Mulçumanos, que oprimiam violentamente o Sul do território.
Compreende-se a divergência dos dois narradores. O primeiro considera o «bafordo» como um verdadeiro torneio, ou seja, uma prova destinada a demonstrar o juízo de Deus. Dela resultaria a manifestação da predilecção divina para com o infante, como os Anais dizem claramente:
«Vendo, pois, o imperador que tudo o que o rei de Portugal empreendia se tornava próspero, e que a boa fortuna o orientava, e que Deus o ajudava, e a ele, pelo contrário, tudo era adverso, e que se quisesse competir com ele lhe aconteceriam ainda maiores malefícios, mandou chamar o arcebispo de Braga, D. João, e outros homens bons, e pediram-lhe para ir ter com o rei de Portugal, para lhe proporem a paz.»
Para o redactor da crónica imperial, pelo contrário, se o combate não se deu, foi apenas porque Afonso VII acedeu, na sua clemência, ao pedido de paz dos Portugueses.
Parece deduzir-se destes relatos que não havia, afinal, qualquer incompatibilidade radical entre os dois adversários. A batalha evitou-se graças à astúcia e à prudência dos Portugueses e à não agressividade de Afonso VII, disposto agora, como antes, a fazer concessões, contanto que seu primo reconhecesse a sua autoridade imperial. Foram, portanto, restituí\dos os castelos que tinham tomado um ao outro, e o rei de Leão procurou remover a origem da discórdia, banindo os dois condes que, ao fim e ao cabo, tinham suscitado a questão, Rodrigo Peres Veloso, conde de Límia, e Gomes Nunes, conde de Toronho. Ao primeiro acabou por perdoar. O segundo, humilhado, ter-se-ia exilado para lá dos Pirineus e feito monge cluniacense. Parece, portanto, que o pomo da discórdia não estava tanto na reivindicação da independência por parte de Afonso Henriques, mas antes na sua pretensão de dominar territórios que pertenciam tradicionalmente à Galiza e que Afonso VII não estava disposto a perder.”
“Dois séculos de vicissitudes políticas”, in História de Portugal, dir. de José Mattoso, vol. II, Lisboa, Circulo de Leitores, 1993, pp. 61-62.
Na primavera de 1141, os exércitos de Afonso Henriques e Afonso VII de Castela e Leão, seu primo, encontram-se algures no Vale do Vez, protagonizando um dos momentos mais marcantes da História nacional: O Recontro de Valdevez.
Inicialmente tido como uma batalha quase certa, fruto de uma incursão intrusiva do jovem rei português em território galego, o momento acabou por ser reduzido a um “bafordo”, uma espécie de torneio medieval representativo da destreza dos cavaleiros envolvidos, cujo resultado da contenda era normalmente aceite por ambas as partes, evitando um desnecessário derramamento de sangue. Assim aconteceu em Valdevez: os dois primos acordam uma convivência pacífica, numa lição inteligente de diplomacia e bom senso, bases fundamentais para o início da consolidação do futuro reino de Portugal e, sobretudo, de união face ao rápido avanço árabe no Sul.
Nove séculos depois, e após uma primeira experiência realizada em 2003, o Município de Arcos de Valdevez pretendeu, mais uma vez, reflectir sobre as incógnitas e questões que rodeiam este intrigante momento histórico, criando cenários alternativos de interpretação, potenciando a vertente cénica e audiovisual, mas sem descorar os objectivos pedagógicos e a base histórica.
Paralelamente decorre o 2º Mercado Medieval de Valdevez, animado com espaços de vivência do quotidiano medievo.
PROGRAMA
DIA 6 DE AGOSTO (SÁBADO)
- 15h00: Abertura do 2º Mercado Medieval de Valdevez
Diversos espaços, estruturas e figurantes recriam uma cuidada ambientação medieval.
Campo do Trasladário
- 22h00: Reconstituição Histórica do Recontro de Valdevez
Nove séculos depois, a evocação de um dos acontecimentos mais emblemáticos e fascinantes da Histórica portuguesa. A produção inclui dezenas de figurantes, 20 cavalos, armamento e vestes de época, bem como um forte suporte sonoro e visual. Um momento criativo pleno de magia e mistério….
Ínsua do Vez
- 24h00: Encerramento do 2º Mercado Medieval de Valdevez
DIA 7 DE AGOSTO (DOMINGO)
- 15h00: Abertura do 2º Mercado Medieval de Valdevez
- 19h00: Encerramento do 2º Mercado Medieval de Valdevez
Publicado por Vivarte às 03:37 PM
julho 09, 2005
Pinheiro da Bemposta

Uma feira Quinhentista organizada pelo Agrupamento de Escolas de Pinheiro da Bemposta (Oliveira de Azeméis).
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
junho 29, 2005
Maior adesão de sempre na 4ª Feira Medieval de Belver
Artigo do Jornal Primeira Linha
A Feira Medieval espalhou-se pela vila durante três dias. De 17 a 19 de Junho, centenas de pessoas passaram pelo maior evento popular de Belver, no concelho de Gavião. A Companhia de Teatro Viv´Arte fez com que público de todas as escolaridades vivesse o século XIV com as suas recriações históricas. Serpentes, cavalos e mochos, bôbos e odaliscas, mercadores e artesãos deram vida aos largos de Belver.
A 4ª edição da Feira Medieval de Belver realizou-se de 17 a 19 de Junho. O maior certame popular da vila foi organizado pelo município de Gavião e teve a maior adesão de sempre. Dos três dias de festa que envolveram três largos de Belver (Luís de Camões, Pelourinho e 5 de Outubro) e o Miradouro do Outeirinho contabilizaram-se centenas de visitantes.
Pela feira, que começou com espectáculo para as cerca de 300 crianças do concelho (o “Extra-Medieval”), em que as cobras também fizeram parte do jogo, passou pela vila o Flagelo da Peste, o Torneio Medieval a Cavalo realizado pelo Esquadrão da Cavalaria da G.N.R., no campo de futebol, a recriação militar pelo grupo Espada Lusitana, os Torneios Apeados e Escaramuças, do Centro Storico Finale Ligure, a Revolta popular e a Ceia das Tavernas.
O certame foi entregue pelo quarta vez consecutiva ao Viv`Arte, uma companhia de teatro de Oliveira do Bairro, que se dedica a fazer recriações históricas, como feiras medievais e quinhentistas desde 2001.
O balanço que o director da companhia faz desta 4ª Feira Medieval de Belver em relação à afluência é bastante positivo. No primeiro ano que estiveram em Belver, a feira era muito reduzida e o executivo municipal até pediu à companhia para se deslocar caracterizada a ambientes nocturnos em Gavião. Hoje, a autarquia já não requere isso aos saltimbancos, dado que em relação à proporção da vila os visitantes são bastantes. O mesmo refere Jorge Martins, o edil gavionense distingue um claro aumento de público nesta edição. O autarca classifica a feira como um factor importante de divulgação e afirmação das potencialidades económicas de Belver. Porém, Jorge Martins gostaria que o espaço para estacionamento tivesse dado a resposta necessária aos visitantes e o castelo, que está em obras, tivesse disponível para o evento.
Na recriação histórica de Belver participaram cerca de 28 actores, técnicos, músicos e artistas de circo da companhia e cerca de 20 artesãos que fizeram a vila voltar ao século XIV. Para João Cardoso, produtor da Companhia de Teatro Viv´Arte e licenciado em História, o segredo deste tipo de feiras é não fazer o mesmo todos os dias e nas cerca de 30 feiras medievais que o grupo de saltimbancos faz por ano, a feira de Belver é a que faz com mais amor e carinho, dado ao relacionamento que ao longo destes quatro anos criou não só com a autarquia, assim como também com o povo: “quando chegamos para montar a feira já temos pessoas aqui à nossa espera. Temos amigos!”, salienta o consultor científico da companhia.
Quando questionado sobre as inspirações que dão origem aos espectáculos, refere que a instituição teatral tem a vantagem de ter três membros licenciados em História e assim a companhia vai beber, os episódios que recria, a uma base científica. O que permite que uma festa da História, como a manhã de sexta-feira, ensine mais sobre os antepassados às crianças que dois anos de aulas: “É ensinar História de uma forma lúdica”, distingue o professor.
Com as feiras medievais, Viv´Arte procura atingir o público em geral, já que reconhece que tem desde as camadas mais altas de escolaridade às mais baixas, sendo uma das estratégias para os seus grandes objectivos: ensinar História, dinamizar os espaço patrimonial português e levar o teatro às pessoas, que provavelmente nunca iriam ao teatro.
Na recriação da revolta popular, os saltimbancos utilizam canhões e algum material pirotécnico, o que cria um certo receio no público. Contudo, a companhia tem dois técnicos, que se certificam da segurança, trabalha com uma empresa pirotécnica e modifica os canhões interiormente. Mas, João Cardoso reconhece que num espaço tão reduzido como o de Belver pode haver riscos, porque o público pode tomar atitudes imprevisíveis.
Viv´Arte, que surgiu em 1989 como um grupo de teatro de escola, actualmente leva a sua escola de improviso a todo o País, iniciou a sua temporada em Almodóvar, Elvas, Montemor-o-Novo e Lamego, e também, a alguns países da Europa, como Itália e França. Mas, no final da festa de Belver partiu para Trancoso, onde este fim-de-semana irá levar a História de Portugal em mais uma feira medieval.
Vera Vicente
Publicado por Vivarte às 04:23 PM
IV Mercado Medieval de Óbidos - Programa
Dia 14 – Quinta-feira – 19h00 / 24h00
Ao Castelo chegam os Artífices
Vêm de todas as partes. O mestre marceneiro e das carpintarias, veio do norte, das terras de Compostela calculando como vai erguer o trabuquete (a mais temida arma destes tempos), vem com a joalheira, e o filho Alejo que já sabe como nestes dias irá brincar com Guilherme, vindo com a sua mãe que com as mãos tece cotas de malha como se de catedrais se tratasse, a catedral em construção que um canteiro procura, e por enquanto aqui nos mostra a sua arte. As velas de cera d’abelhas chegarão de mais longe, da Germânia, a Cirieira sabe o segredo da luz, outros trazem ervas frescas de Sintra, ervas curadoras, mudando os ares com o seu perfume; também a lã será pano, Estela a tecedeira carrega as cousas que fazem do novelo as roupas de lã. Alguns chegarão porque sabem as letras e como desenhá-las, outros por mexerem no barro, ou nas das peles curtidas dos animais. O ferro será esforçado no fole de um navarro, alfageme e sonhador de artilharias e da pólvora que chega d’Oriente das terras de onde veio Hagira, que nunca foi escrava e nos liberta dançando nas sedas que pinta. E outros, muitos outros, que levantarão hoje as suas tendas por entre as tabernas que as gentes d’Óbidos irão levantar. De comer e esperar por mais.
E na Vila se preparam os mercadores de todas as cousas, separados os mouriscos, adivinhos e toda a sorte de gentes mais bizarras. Da praça de Santa Maria se espalharão, convidando a todos que pelas ruas da Vila se percam até a sua arte encontrarem. A Vila de Óbidos será nestes dias um mercado doutros tempos.
Dia 15 – Sexta-feira – 18h00 / 24h00
As Bruxas
Pela noite chegarão. E com elas os medos. As bruxas juntam-se no meio da Vila onde sobram crenças e adivinhações. Nesta noite elas serão as senhoras da terra.
Dia 16 – Sábado – 12h00 / 24h00
A Conquista do Castelo
Um tempo também de guerra. De quem é este Castelo? Onde será Portugal? É necessário o recrutamento de todas as gentes para a guerra. O Castelo será conquistado.
Dia 17 – Domingo – 12h00 / 24h00
As Crianças
Era tempo de mui poucas chegarem a grandes. A fome e a doença só deixava a algumas a sorte de crescerem. Mas já tinham os seus jogos e brinquedos. O dia é todo para elas.
Dia 18 – Segunda-feira – 18h00 / 24h00
A Música
Festa de música medieval. Todos os músicos e músicas numa noite: de França In Taverna e Aux Couleurs du Moyen Age, os portugueses Strella do Dia, Ai Deus e u e, VádeFolia, Galandum Galundaina...
Dia 19 – Terça-feira - 18h00 / 24h00
O Teatro e a Dança
Trupes de saltimbancos invadem o mercado. Por umas moedas fazem teatros e dançam fazendo a todos bailar.
Dia 20 – Quarta-feira – 18h00 / 24h00
A Fome e a Peste
O sol secou as terras. Não se colhe o pão. A fome ameaça e à fome que enfraquece os corpos, segue-se a sua irmã peste. As vítimas terão de ser isoladas. Físicos com suas máscaras, piras de cadáveres levadas por homens sabedores de também irem morrer. O ar pestilento pelo fogo será tirado do impuro. É a noite da Dança da Morte.
Dia 21 – Quinta-feira – 18h00 / 24h00
Revoltas Populares
Novas regras decide o Senhor que toma posse destas terras da Rainha. Regras que serão a gota de água. Os impostos estão prestes a subir e a fonte da revolta num momento se levanta. O Senhor que se cuide!
Dia 22 – Sexta-feira – 18h00 / 24h00
O Regresso do Poder
A repressão da revolta popular está no ar. Uma força de cavaleiros retoma a posse da Vila para a Rainha. Demonstram perante o Povo a sua destreza praticando com suas armas.
Dia 23 – Sábado – 12h00 / 24h00
A Mulher
A Casa da Rainha chega para passar uma temporada nestas terras perto do mar e de águas boas. Com ela vem sua corte de Damas e acompanhantes. Óbidos, terra de mulheres.
Dia 24 – Domingo – 12h00 / 24h00
A Partida
O mercado vai acabar. Partirão artesãos e mercadores, actores e jograis, encantadores de serpentes, cozinheiros, os dias medievais acabam esta noite, com a festa final dos que os fizeram. Óbidos continuará todo o ano a ser uma Festa da História.
Publicado por Vivarte às 03:20 PM
junho 23, 2005
Trancoso: Festa da História 2005

Trancoso, abre as portas do seu centro histórico a mais uma ”Festa
da História” nos próximos dias 25 e 26 de Junho. A recriação histórica que se pretende implica uma viagem ao passado. O burburinho dos mercados populares, os pregoes dos quinquilheiros e dos almocreves, os fingimentos dos bobos cruzando-se com as músicas dos trovadores por entre o burburinho da rija populaça debruçando-se nas bancas dos mesteirais, todo um ambiente da feira dos tempos de então, reproduzido por grupos profissionais, alunos e populares ao pormenor mais ínfimo nos trajes e maneiras de tendeiros e demais feirantes. Por entre os bosques densos, surge D. Isabel de Aragão que é esperada por El-Rei D. Dinis, e de todos os lados surgem músicos, trovadores e jograis. As moças arregaçam as saias e entram para a roda dançando e bailando até ao raiar da lua. Segréis e trovadores trazem os seus instrumentos e ouvem-se trovas à desgarrada enquanto na praça, homens e mulheres rodopiam em danças de rodas. E porque a ”fome aperta” e necessário é acalmar o estômago, encontram-se por todo o lado as “Tavernas” (da responsabilidade de Associações e colectividades locais) onde se poderá degustar um belo caldo “farta brutos”, carne de porco e chouriço assado na brasa acompanhado de broa e claro está um bom vinho tinto.
Programa
Sábado 25 de Junho
11:00h Cerimonial de abertura
11:30h Visita dos fiscais e meirinhos às diversas tendas
11:45h Pregões e episódios burlescos
12:00h Comeres e beberes nas tavernas da feira
15:00h Chegada de D. Isabel de Aragão e seu recebimento por El-
Rei D. Dinis
19:30h Ceia Medieval (necessária pré inscrição)
22:00h Assalto ao Castelo
23:00h Concerto música medieval (Castelo)
00:00h Julgado de heréticos (Praça D’ Dinis)
Domingo 26 de Junho
10:00h Abertura da Feira
12:00h Comeres e beberes nas tavernas da feira
14:30h Desfile evocativo das Bodas de D. Dinis com D. Isabel da
Aragão
15:30h Investidura de novos cavaleiros
Danças e folguedos
Torneio de armas
Bobos e saltimbancos
Venda de escravos e relíquias
18:30h Espectáculo de teatro de rua
21:00h Espectáculo de fogo e encerramento da feira
Publicado por Vivarte às 03:17 PM
junho 06, 2005
Alfândega da Fé: uma Feira Medieval dentro de uma Feira da Cereja
Feira da Cereja e dos Produtos Locais 2005
Uma Feira, uma festa, um ponto de encontro com a história e tradições do concelho de Alfândega da Fé.
A edição deste ano da Feira da Cereja e dos Produtos Locais é tudo isto e muito mais.
No espaço da feira convivem harmoniosamente dois mundos: o contemporâneo e o medieval; venha descobri-los e conheça um certame de características únicas na região.
De 9 a 12 de Junho a Festa é em Alfândega da Fé.
Publicado por Vivarte às 12:02 PM
junho 05, 2005
Apresentou-se a Feira Medieval de Coimbra
É já no próximo sábado
02-06-2005 / Patrícia Cruz Almeida /As Beiras Online
FEIRA MEDIEVAL - A mais fiel recriação do país
Meio milhar de figurantes integram a 14.ª edição da Feira Medieval de Coimbra. A iniciativa está de regresso à Sé Velha, no próximo dia 11 de Junho.
Figuras, produtos, sons, cheiros e ambiente. Tudo garantidamente medieval na reconstrução perfeita a que já se habituou o público. A azáfama, os pregões e as cores que fizeram em tempos idos o encontro privilegiado de nobres, clérigos, camponeses e artesãos vão regressar ao Largo da Sé Velha, em mais uma reconstituição da Feira Medieval de Coimbra.
A iniciativa, que decorre no dia 11 de Junho, cabe mais uma vez ao Inatel e a Associação para o Desenvolvimento e Defesa da Alta de Coimbra (ADDAC), apoiados pela Câmara Municipal de Coimbra, que recriam todo o ambiente medieval nos tempos modernos.
Na apresentação do evento, que teve lugar ontem, João Fernandes, delegado distrital do Inatel, revelou que este ano a feira vai contar com “24 tendas de mercadores, 10 tendas de artesãos, atenda dos fantoches, além dos mais de 30 grupos de teatro, música ou dos figurantes”. O número “oficial” de participantes é de 498, mas o responsável acredita que esse número ultrapasse o meio milhar “porque há sempre muitos participantes individuais”.
Para João Fernandes, ao fim de 14 edições, “a feira medieval continua a ser uma feira de referência não só no país, mas também na Europa”.
Uma ideia partilhada pelo produtor e consultor científico da Companhia de Teatro Viv’Arte, membro da comissão instaladora da Associação Portuguesa de Profissionais da Recriação Histórica. Segundo João José Cardoso, a feira medieval da cidade é a recriação histórica mais rigorosa do país. “Além deste pergaminho, o seu modelo de organização - assente na participação activa e preparada das colectividades da região - e rigor histórico (que desde o início que teve a supervisão de historiadores profissionais) é inigualável”, tendo sido no modelo de Coimbra que a Viv’Arte se inspirou para produzir outras recriações. “A escola de Coimbra tem sido um pouco a razão do nosso sucesso”, sustentou.
O vereador da Cultura, Mário Nunes, salientou que a feira medieval de Coimbra engloba as vertentes económica, religiosa, cultural, social e político, e é por isso que “a nível nacional ela é um exemplo”.
À semelhança de anos anteriores, a feira tem início na sexta–feira, dia 10, com a conferência “Inês de Castro, o Corpo Transfigurado”, a decorrer no salão paroquial da Sé Velha, proferida pelo historiador Paulino Mota Tavares. Segue–se, às 20H30, um concerto de coros e orquestra, comemorativo do 70.º aniversário do Inatel. Como manda a tradição, realiza–se uma ceia medieval nos claustros da Sé Velha, com animação pelos grupos “Galandum Galandaina”, Viv’ Arte e Saltimbancos de Ceira. As inscrições (30 euros por pessoa) podem ser feitas na Casa Municipal da Cultura ou na delegação do Inatel.
De referir ainda que, durante todo o dia de sábado, o “Pantufinhas” vai funcionar normalmente, de modo a que todos possam ter acesso á feira. A organização estima que, pelo menos 35 mil pessoas passem pelo Largo da Sé Velha, para tomarem contacto com os aromas, sabores, ruídos, actividades e modo de vestir da época medieval.
Pedir... em nome da solidariedade
Figura central da Feira Medieval de Coimbra, Joaquim Basílio, o actor que dá vida à personagem do mendigo vai este ano pedir para a Acreditar - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro e para a Associação Portuguesa de Apoio de Crianças com Problemas Cardíacos (APACPC). Numa caracterização que impressiona pelo realismo epocal, o pedinte volta a circular, durante toda a feira, por entre as gentes, pedindo por uma causa nobre. Gesto que Joaquim Basílio repete anualmente, contribuindo, assim, para ajudar algumas das instituições que, em Coimbra, cuidam e protegem as crianças mais desfavorecidas.
3 de Junho 2005 / Carlo Santos /
Diário de Coimbra
"Feira espera 35 mil visitantes
São esperados 35 mil visitantes na Feira Medieval de Coimbra, uma das mais fiéis aproximações que se fazem no país. No próximo dia 11, quem passar pelo Largo da Sé Velha vai poder recuar vários séculos no tempo e conviver com gentes, animais e mercadorias
Tudo é pensado ao mais ínfimo pormenor. Ao ponto de nem todos os grupos que desejam participar serem admitidos na mais importante feira medieval do país. É, pelo menos, assim que os promotores da iniciativa a concebem. A Feira Medieval de Coimbra regressa, de amanhã a uma semana (dia 11), ao Largo da Sé Velha. E promete, na sua 14.ª reposição, ser palco de uma das melhores aproximações ao ambiente daqueles mercados de trocas comerciais do século XIV, que não esquece o cunho político, social e religioso da época.
A assegurar a animação estarão mais de 30 grupos de teatro, devidamente trajados, parte deles com as suas tendas (24 barracas de mercadores, 10 de artesãos e uma de fantoches), totalizando cerca de 500 participantes. Aves, azeite, cereais, enchidos, frutos secos, mel, peixe fresco e seco, peles, barro e jóias são exemplos dos produtos que ali serão comercializados.
Não vão faltar a música, as artes de circo, os duelos de espada, os peregrinos a caminho de Santiago de Compostela, o malabarismo de fogo ou as demonstrações de aves de rapina. Nem mesmo os saltimbancos, as feiticeiras e o conhecido mendigo “Basilius”. Aguarda-se uma feira movimentada e ruidosa, com muitos aromas no ar (das febras e sardinhas, servidas em folhas de couve ou em pão de centeio). Tudo para tornar este recuo ao passado o mais fiel possível.
A abrir a feira, após a missa (às 9h15) com canto gregoriano (pelo Grupo Coral de Santa Cruz), será lida a Carta da Feira, acompanhada pelo toque de trombetas. Nos dias que a antecedem, a feira é anunciada na cidade por pregoeiros.
Antes, dia 10, haverá a habitual ceia medieval (a partir das 21h45, nos claustros da Sé Velha), com animação pelos grupos Galandum Galandaina, Viv’Arte e Saltimbancos de Ceira. O custo é de 30 euros, mediante inscrição, na Casa Municipal da Cultura ou no Inatel. Ainda na sexta-feira, Paulino Mota Tavares profere, às 20h00, no salão paroquial da Sé Velha, a conferência “Inês de Castro, o corpo transfigurado”. Meia hora depois, embora fora do programa da feira, segue-se, no âmbito da comemoração dos 70 anos do Inatel, um concerto de Coros e Orquestra.
De acordo com João Fernandes, delegado regional do Inatel, que, ontem, com os restantes organizadores (Câmara Municipal de Coimbra e ADDAC - Associação para o Desenvolvimento e Defesa da Alta de Coimbra), apresentou o programa da feira medieval, são esperadas cerca de 30 a 35 mil pessoas – no ano passado, na Praça Velha, calcula que terão passado pela feira 50 mil.
«Em Coimbra não se tem a noção», mas a feira medieval que se realiza na cidade é das mais procuradas por quem participa neste tipo de eventos. Quem o diz é João Cardoso, profissional do grupo Viv’Arte, que desde há quatro anos faz toda a sorte de recriações históricas.
«Qualquer artesão profissional de recriação histórica esforça-se por vir a Coimbra. Vir a Coimbra é o canudo», afirma João Cardoso, para quem esta é a prova de «como os recriadores históricos obedecem ao rigor que em mais lado nenhum é exigido».
E nem por isso «esta feira não é das mais caras que se fazem no país», observa João Fernandes. Cerca de 30 mil euros (seis mil contos na moeda antiga) é o orçamento necessário.
Para facilitar o acesso à feira, sobretudo às pessoas com menor mobilidade, a autarquia vai assegurar a circulação dos mini-autocarros (os Pantufinhas) durante todo o dia. Também a CP oferece o regresso a casa aos utentes que se deslocaram à feira. Para tanto, bastará que apresentem o bilhete na secretaria da Feira Medieval, para receber o carimbo do Inatel.
Esmolas “solidárias” do mendigo
Este ano, o dinheiro das esmolas recolhidas pelo já famoso mendigo medieval Basilius (o conhecido actor Joaquim Basílio) vai reverter a favor de duas instituições: a Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro e a Associação de Protecção e Apoio a Crianças com Problemas Cardíacos. Segundo o próprio anunciou, a verba que reunir, não apenas na feira de Coimbra, mas em todas aquelas em que se caracterizar de mendigo, será entregue para apoiar o projecto de construção da casa que, em Coimbra, vai albergar os pais de crianças em tratamento oncológico, e para auxiliar os mais novos, que, como sucedeu com ele, padecem do coração."
Publicado por Vivarte às 03:46 PM
I Feira Medieval de Torres Novas
4 de Junho


Cite-se o jornal Torrejano
Companhia de Teatro recriou Feira Medieval
Castelo de Torres Novas ganhou vida
Comer uma sardinha assada na taberna, comprar uma espada a um dos artesãos que ali montaram a sua banca, ouvir música ao som da gaita-de-foles, ou rir com os bobos que ali se passeavam foram algumas das coisas que quem se deslocou ao castelo de Torres Novas no sábado, dia 4 de Junho, pôde reviver.
Vestidos como exigia a moda da época medieval, dezoito actores profissionais da companhia de teatro "Viv’Arte", acompanhados por membros do Centro de Bem Estar Social da Zona Alta, recriaram a época em questão, aproveitando o castelo como elemento fundamental do cenário.
Além do cenário montado durante todo o dia, que incluía duas tavernas, cerca de dez bancas de artesãos, instrumentos de tortura, entre outros, foi ainda recriado um torneio de armas, uma venda de escravos, bem como uma série de rábulas teatrais.
Este evento foi uma organização da companhia de teatro "Viv’Arte" de Oliveira do Bairro, especializada em recriações históricas, não só da época medieval, como de outras épocas, embora esta seja a que tem mais procura por parte das autarquias e outras entidades que contratam os seus serviços.
Mas, este formato de representações teatrais, em que os espaços públicos se tornam palcos, não é, para João Cardoso, produtor da companhia, um acaso: "A nossa grande preocupação é levar o teatro às pessoas que nunca foram ao teatro e este é o espaço perfeito: tem uma componente lúdica, porque é uma festa, comercial porque os mercadores são parte integrante do nosso espectáculo e uma vertente patrimonial porque devolve o património às pessoas".
A feira medieval é já um espectáculo montado, que se "vende" como um todo, mas onde não existe um texto definido, uma vez que um dos principais objectivos é incluir o público na peça, como continuou o produtor.
A maior parte dos artesãos e mercadores ali presentes acompanha a companhia pelas feiras realizadas em todo o país, sendo que, aqui em Torres Novas, também quatro mercadores locais, contactados pelo Centro de Bem Estar, aderiram à iniciativa e montaram a sua banca no castelo.
Há cerca de quatro anos que a "Viv’Arte" produz feiras medievais, sendo a única companhia do país a fazê-lo, de acordo com palavras de João Cardoso.
A vinda desta companhia a Torres Novas foi uma iniciativa da Câmara Municipal de Torres Novas. Uma edição de experiência que João Cardoso espera que venha a ser incluída no calendário anual de eventos de ambas as entidades.
O castelo, espaço de eleição para a realização desta feira, foi descrito pelo produtor como perfeito para os objectivos a que se propunham, já que se encontra muito bem arranjado e as sombras ajudaram, num dia em que o Sol se mostrou forte. A única queixa do produtor dirigiu-se à divulgação feita na cidade, que dava as dezoito horas como a hora de fecho da feira, quando esta ficou a prolongar-se pela noite dentro. Um facto que afastou as pessoas do castelo, uma vez que não sabiam que este estaria ainda de portas abertas.
Inês Vidal
Publicado por Vivarte às 03:38 PM
1305 - 2005 Castelo de Arraiolos - 700 Anos
3 a 5 de Junho
Publicado por Vivarte às 03:33 PM
maio 30, 2005
V Feira Medieval de Lamego
![]()
A 27, 28 e 29 de Maio decorreu a V edição da Feira Medieval de Lamego, uma feira que regionalmente se demarca já de outras "concorrências", e que teve como grande novidade este ano as visitas de estudo de alunos de escolas de Vila Real e... Sintra, na sexta-feira, que como é hábito foi o dia dedicado às escolas.

Os Kopinxas no seu melhor


Aux Couleurs du Moyen Age encantaram e provocaram bailias
Evento percorreu duas zonas históricas da cidade, lê-se no Lamego Hoje, que sublinha igualmente como as "Finanças condiciona(ra)m Feira Medieval de Lamego".
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
maio 23, 2005
III Feira Medieval de Montemor-o-Novo

Montemor-o-Novo, Maio, 21, 22 e 23, foi, para nós, sobretudo o encontro em "campo de batalha" com a Espada Lusitana. Já era tempo de a recriação da História Militar portuguesa rejuvenescer. Até à próxima.
Al-mansur, além de nos contar de Montemor-o-Novo. Cidade de Pedras e de História(s), foi desta vez guardar também rostos na Feira Medieval. Com um suplemento para imaginar O Que as Imagens Não Mostram
Temos mais photos, como se de umTempus Gloriosus se tratasse. A Paula Moita está também convidada a aparecer sempre que quiser. Os photógrafos da casa agradecem encarecidamente.
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
maio 08, 2005
Festas da História de Oliveira do Bairro

Feira Medieval da Palhaça
Publicado por Vivarte às 12:00 AM
abril 30, 2005
Abril, 30: Sever do Vouga

Publicado por Vivarte às 12:00 AM
abril 25, 2005
Elevação de Elvas a cidade.

No domingo, 24 de Abril, assinalaram-se os 492 anos sobre a elevação de Elvas a cidade que passaram no último dia 21 de Abril.
Nas comemorações, estivemos na recriação de uma feira medieval, no terreiro do Castelo, que esperamos semente para outras viagens.
E estivemos com a Companhia do Teatro de Portalegre. Esperamos voltar a estar.
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abril 18, 2005
I Feira Medieval de Almodôvar

Feira Medieval de Almodôvar
Abril, 16 e 17
"O Grupo com que nós estamos a trabalhar tem sido excepcional em termos de profissionalismo" palavras da Vereadora com o Pelouro da Cultura. A ver e ouvir nas entrevistas da TV Poejo e na reportagem desta recriação histórica que logo na sua primeira edição foi um sucesso.
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